Cowa!

Me lembro que estava perto de fazer “carreira”com a banda de rock.
David, Bispo, Marcos e Lee.

O último foi pra Curitiba, me disse que tinha de ir por causa da mãe, que pedia.Automaticamente os demais não entraram mais em contato e deletei um suposto tecladista do meu msn.

Enfim, conclusão é que o Lee deve ter dito horrores sobre mim para os outros, embora eu não tenha feito nada, nem no msn, nem no ensaio.Gastamos grana à toa, ainda fomos recepcionados pela família do dono do estúdio, que pareciam integrantes do System of a Down e otras coisitas más.O ensaio foi uma boa tacada, o problema foi a hora de tocarmos a coisa certa e a hora de eu saber cantar que nem gente grande(minha voz é “leve”demais, não consegue ser agressiva).

Ok, o Lee fodeu a banda.E os outros nem entraram mais em contato comigo.

Tá bom.Vou ficar procurando novos integrantes e não cometer os mesmos erros de sempre.Não dá pra ser só fã, tem que participar.Não é?

Até quando irei aturar gente covarde?

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Comerciais:

Eu me lembro num comercial do Bombril em que tinha um cara vesgo dizendo que era o 1ºcomercial estrelado por um vesgo e que era para “valorizar”as diferenças.Tá bom, mas cometeu um erro.Era um vesgo de olhos azuis.Todo mundo sabe da preferência dos publicitários por gente bonita, com pele clara e olhos idem.De que adianta dizer esta coisa sendo que era um vesgo de olhos azuis?Hipocrisia.

A maioria dos comerciais que têm casais é a mesma coisa: mulher gostosona e marido com cara de palerma e feio.Ainda não sei o motivo de manterem casais de comerciais assim.Só queria saber.

Baixaram uma lei aí proibindo a propaganda de comerciais de cerveja com mulheres semi-nuas.Não sei se está em vigor, mas provavelmente não, já que ainda insistem nisso.Tá certo que a maioria dos consumidores desta bebida-com-gosto-de-nada sejam homens, é fato.Mas mesmo as mulheres sendo minoria, não são valorizadas.Aí vc me diz:”Claro que são, é só você ver os comerciais com elas…”.No ponto de vista machista, você poderia dizer isso.E tome Juliana Paes e outras mulheres igualmente peitudas, bundudas, e etc.Mas isso incentiva o homem a consumir mais o produto?O que cerveja tem a ver com sexo?O que mulher gostosa tem a ver com cerveja?Daí vem um puto e diz: “é tudo em base do humor”.O caralho, chapa.

Falando em Juliana Paes, ela finalmente deseja fazer um papel sério.Só agora?Não acredito nela.Vai passar a eternidade fazendo papéis de mulher gostosa, comerciais idem.Só serve pra dar uma transada, tchau e bença.Ela permitiu que criassem esse estereótipo.Só lamento, tem mais é que se foder.

Eu não sou machista, mas muitas mulheres só parecem existir para serem usadas para fins de sexo casual.De vez em quando rola um pensamento tarado e aproveitador na minha mente, mas sempre mantenho sob controle.
Essas porras não conseguem se dar ao respeito.

E olhe que eu PENSAVA em tirar a Nana Gouvêa dessa putaria toda, mas é tarde demais.

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Polícia, Parte 2.


Esta foto me lembra uma menina que foi ao DDK(Deutch Dancefloor Klub)e se esbaldou.Embora tenha acontecido o contrário comigo.Eu nunca mais vou num lugar como aquele.Nunca mais.

Enfim…

Se seu filho disesse “quando eu crescer, quero ser policial”, o que você faria, ainda mais numa metrópole onde a polícia é sempre vista com asco pelos cidadãos mais realistas?Um colega de quarto meu respondeu: “tá doido pra segurar num trabuco, né, fela da puta?”
Quem disse que queria ser policial era um dos moleques apresentados numa quadro da Regina Casé, no Fantástico chamado “Crianças”…passou há uns meses atrás.Bem bacaninha, o documentário/quadro.Foi um prato cheio pra mim, porque eu gosto de crianças, há 2 anos estou com a idéia fixa na cabeça de que, se eu melhorar minha situação de vida, eu adoto uma criança.Sempre olho com bons olhos, esta idéia.Gosto da Dakota Fanning, seria um modelo perfeito: criança inteligente, mas que não perde a formosura.E eu nunca deixaria que ela tivesse uma profissão de risco, como de policial.O que sinto por eles não é preconceito, mas sempre tento evitá-los.
Agora vou contar algo que me aconteceu em 2003, no bairro de Cordovil, aqui mesmo no Rio.

Era de manhã e eu estava andando pelo bairro.Na verdade, não conhecia ninguém lá, estava tentando arrumar uma passagem para ver uma proposta de emprego no município de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.Era perto de Cordovil, mas iria andar pelo menos uns 3 km.Mesmo assim era perto, mas eu não queria chegar no banco de empregos suado e ofegante.Então fiquei rodando, subindo e descendo ladeiras.À minha esquerda tinha uma escola particular, pequena, parede azul, ambiente infantil.Minha direita, uma borracharia.Dois caras conversando.Iria pedir informações a eles, nem fiz isso.Eu não gosto de homem, não por medo, mas é por não gostar mesmo.Desde pequeno sempre me dei melhor com mulheres, o que canso de dizer aqui.Fui na escola, falei com a diretora:
– Sabe em que lugar fica a Regional(Região Administrativa)?- perguntei.
– Não sei, não. – ela respondeu.
Daí eu não queria perder meu tempo, começei a contar minha situação a ela pra que ela me desse a passagem.E como sempre, em hipótese alguma agi ameaçadoramente ou agressivamente.Ela do nada ficou nervosa e chamou os caras do outro lado da rua, que tavam na borracharia.Um borracheiro e um que estava lá pra ver seu carro ser consertado.Ela falou pra pedir informação a eles, o cara do carro já tava com cara de poucos amigos.Ele me veio perguntando: “você é de onde?”.
Eu, eternamente atrevido não disse de onde era.Depois ele agiu com dureza, ficou me empurrando e dizendo ao mesmo tempo “você é de onde, porra?”.Falei.A diretora ficou com as mãos na boca(o gesto feminino PADRÃO, quando ficam horrorizadas), o borracheiro, só olhando.Eu fiquei nervoso pra caramba e falei o que eu iria fazer ali, pedir informação.Ele me levou pra perto dum carro perto à escola e tirou uma pistola prateada da cintura.Visivelmente puto.Encostou a desgraçada no meu peito e novamente implorei pela minha vida, mas eu não convenço, parece que eu tô fingindo.Não saíram lágrimas nem nada.Ele pegou minha mochila e me revistou.Não tinha nada ilícito, óbvio.Mandou eu correr e disse que me seguiria.Corri, não tão apavorado quando deveria estar.Ele entrou no carro dele, me parou em uns 60 metros.Todo mundo vendo.Eu disse que não tinha feito nada.Eu pensei que ele iria me matar naquele momento…
Ele me deu um tapão na cara.
Disse pra eu nunca mais voltar naquela rua.Corri muito.Mas não sei porque eu ri depois.

Nem deixou marca, nem doeu tanto, só formigou.Depois eu tive um desejo louco de me vingar e fui à delegacia mais próxima.Tinha uma da Polícia Civil há uns 500 mts.Cheguei alterado.Falei pro delegado o que aconteceu:
“do nada, sem eu fazer nada o cara pensou que eu era alguma coisa e me ameaçou com uma arma, depois me mandou correr.Ele me perseguiu com o carro dele por uns metros.Me mandou parar e me deu um tapão, na minha cara”.
O delegado mandou um policial ir comigo até o local do ocorrido.Cara empunhou mó fuzilzão preto.Aquilo deve ser pesado.Ele era meio gordo, claro e tinha cavanhaque.O que me deu um “susto”tinha cabelos grisalhos, mas era jovem, tinha mais ou menos uns 30 e poucos anos.
Fomos até lá.Perguntei se poderia haver alguma represália por parte do sujeito, o policial me disse que não, que era pra ficar tranquilo.Chegamos.Encontramos o cara lá, eu fiquei no carro.O polícia pediu os documentos dele.Após o hesitar…
“os documentos, porra!”
Blábláblá e eles resolveram levar o cara comigo de volta à delegacia.Sentou perto de mim no banco de trás.Nem olhei pra cara dele, claaro.Daí, ele disse ao policial que “tem muita gente que se aproveita dos outros, sabe?”.Ele pensou que eu fosse algum ladrão, de carros, residências, sei lá.Chegando lá, o escrivão fez sua parte, depois ele me disse: “Você quer levar isso adiante ou quer esquecer isso?É a sua palavra contra a dele”.
Eu decidi esquecer por lá mesmo.Eu poderia tirar uma grana deste cara, mas resolvi deixar pra lá.Não deixei pra lá pq eu sou conformista( e eu não sou), mas por falta de vontade mesmo.Vai entender.
Daí o sujeito veio pra mim e eu pedi desculpas.Ele me disse:”eu é que peço desculpas”.Esse foi meu erro.Eu não fiz porra alguma, como é que eu vou pedir desculpas pro cara, que me deu um “susto”daqueles?Maaais uma prova de que eu tenho que deixar de ser cuzão, em algumas ocasiões.
Daí ficou daquele jeito mesmo.Um dia desses eu vi ele na Central do Brasil, na avenida Presidente Vargas.Possivelmente, se ele me olhasse, iria tirar satisfações ou me detonar ali mesmo, se tivesse uma arma.

9ªDP, de Rocha Miranda? Já passei por aquela rua.

E quando eu digo que sou azarado, eu estou enganando a mim mesmo.E é mais um motivo pra acreditar em Deus.

Polícia, Parte 1.

…e por causa de sua má fama, sempre permanecem como uma espécie de “algozes”da sociedade, sujeitos a serem temidos até o último talo.
Assim é a Polícia.Imagina a polícia do Estado do Rio de Janeiro, uma das mais corruptas deste país?Enfim, acho que nem sempre foi assim.Faz quase 200 anos que eles estão na ativa, creio que no passado as coisas eram mais brandas pro lado deles, pro lado da população.Eu não gosto deles, assim como a maior parte da população.A polícia carioca é muito violenta, demais, mesmo.
Agora vamos falar sobre o que eu passei há uns anos atrás:

Eu me lembro que passava muito o Natal e Ano novo na cada da minha avó em Araruama, na Região dos Lagos.Era um local muito agradável, sensação de roça perto da praia, muito bom.Em certo lugar dava para avistar a Lagoa de Araruama e suas salinas(o símbolo da Região dos Lagos).Ventava muito quando eu ia pra lá e quando eu tomava banho lá naquelas “praias”salgadas, meus olhos doíam por causa do excesso de salinidade, hehehhe.Eu gostava.
Um dia eu saí do Rio e fui na minha vó, estava de noite, quase meia-noite.O bairro dela, Engenho Grande, começava uma entrada da Rodovia Amaral Peixoto.Desci do ônibus que tinha tomado no Centro de Araruama e fui até a casa, embrenhada há quase 1 km da estrada.Tava de mochila, como sempre, e naquela época usava muito boné.Eu ainda tinha me lembrado das más coisas que aconteceram naquela casa.Lá moravam minha avó, o “filho”dela Ricardo e a mulher dele.Nas outras vezes que fui lá uma parte da minha grana(pelo menos 3 reais)foi furtada de minha mochila, e eu ficava puto, pq ao invés deles pedirem eles roubavam.A situação lá não estava boa, e eu também contribuía pra que acontecesse isso, porque eu quase não dava uma grana pra minha vó.Era um “boa-vida”lá dentro, chegava sem avisar, me instalava lá, comia e andava pelo mato relembrando as épocas de 90/91, quando meu pai levava a família toda pra passar as férias lá.
Então aquela noite eu fui, na subida da ladeira de barro até a casa dela estava escuro demais.E um cachorro magrelo preto tomava conta, permanecia na varanda.Não tinha como entrar em casa sem passar pela varanda.E ele vivia solto.Eu já não sou mordido por cães há mais de 10 anos.Ainda tinha que bater na porta, chamaria atenção do cachorro e ele me morderia.Ou não.Eu decidi esperar o Ricardo, porque da última vez, ele chegou tarde, então ele me ajudaria a entrar sem dificuldades.Ao invés de esperar lá perto, voltei pra beira da estrada.Do outro lado morava uma tia minha distante, mas ela tinha me dito que eu não poderia dormir mais lá, em decorrência das minhas malcriações passadas contra ela.Fiquei perto na estrada esperando…andando pra lá e pra cá.
Daí um carro de polícia(aqueles grandões S10)parou perto de mim, rapidamente.
“mão na cabeça, porra!”- disse um dos “polícias”, visivelmente puto, culpa minha não era.Coloquei.Eu fico muito nervoso nessas horas, apesar de não dever nada a ninguém.Desceram uns 4 deles, cada um maior que o outro.Eles me disseram o porquê de eu estar ali.Eu, que gaguejo, demorei pra caralho, ainda mais nervoso.Eu disse que tava esperando o meu tio Ricardo.Eles não acreditaram, mas não me meteram a mão na cara, gritaram pra caramba falando o que eu realmente estava esperando ali.Disse a mesma coisa.Pegaram o fuzil(pesadão)e apontaram pra minha testa.Encostou.Perguntaram de novo.Eu disse a mesma coisa.Eles perceberam que eu tava falando a verdade.O meu medo de morrer nem era tão grande.Eu disse que não tava esperando traficantes nem nada(a nova praga da região), supliquei pra que não me matassem.E parece que quando eu suplico, eu estou mentindo ou fingindo.Não me acho convincente, eu não lacrimejo, minha voz não colabora, nem nada.Parece realmente que é mentira.Disse uma porrada de vezes que tava esperando meu tio, mas então resolvi voltar pra casa da minha vó.Me jogaram no carro e levei eles até a casa dela.
Como viram a subida escura, ficaram escaldados, tensos.Cada um saiu em posição de tiro.Um deles me pegou pela camisa, temendo que eu fugisse e que fosse uma esboscada de traficantes.Imagina, até lá na Região dos Lagos tem tráfico, mas não tão grande quanto os daqui.Uma conhecida minha veio e falou pro polícia que eu era “doente mental”.Eu disse que não, mas só depois percebi que ela queria aliviar minha barra.O policial levantou meu rosto, viu os buracos do meu nariz(pra ver se tinha cocaína entocado ou restos)e me liberou.Subi devagar, eles foram embora.Tive sorte.Foi Deus.
Me lembrei da porra do cachorro preto que guardava a varanda, passei por trás da árvore pra ele não me ver.Subi a varanda, abri a porta e chamei minha vó.O pessoal todo, inclusive o filho da puta do Ricardo tavam lá o tempo todo.O cachorro ficou me olhando lá embaixo, de rabo de olho.Hahhahaha.
E como última palavra, ouvi da mulher do Ricardo:
– Não sai entrando assim, não, tá bom?

É mole?

Gally


E a Copa vai passando, passando…
Eu normalmente não gosto de futebol.Odeio os times brasileiros, Campeonato Brasileiro, Copa do Brasil e etc.Só gosto de Copa do Mundo.E estou perdendo ela às minhas barbas.
Ontem quase que dormi na rua por decorrência do trem ter tido seu último horário ás 16:30(era feriado, fazer o quê?).Não estou engolindo o dia hoje porque me parece um feriado tentando ser um dia normal.Mas hoje é ponto facultativo, por isso o “disfarçe”.

Hoje de tarde e pela manhã estive refletindo e encontrando um modo de sanar minhas carências, que apesar de serem poucas, são devastadoras.Hoje um jovem de classe-média(nem precisa ser bem sucedido.Só basta ele ter uma boa vida e pronto)pode ter quase tudo o que quiser, e resolver sua carência afetiva quase que facilmente.Ele tem os amigos e amigas de escola.Os do curso.Não estou tratando a situação como um jogo ou como uma coisa fútil, mas estou sendo sincero.Minha carência é afetiva, seja na parte de namorada, seja na falta de carinho de mãe, seja na de amigos.Não me considero um sujeito que tenha acesso livre a meus amigos.Muito deles ainda vivem com pai e mãe.Então quando a gente quer sair, os pais impedem.Claro.Eu tenho que sair com os outros, me divertir(apesar de eu não demonstrar isso muito bem), comer com eles, rir…um ser humano precisa se socializar.E eu não estou socializado.Sou anti-social, mas se eu for social poderei amenizar um pouco o meu sofrimento.Muitas vezes eu cavo minha própria cova, e me chamo de filho da puta.E eu realmente sou, assumo.Babaca.E nem falo isso por falar, é porque preparo armadilhas pra mim próprio.
Os fins de semana são sempre os mesmos pra mim.Não adianta eu ficar muito tempo na net, estou me dedicando, ultimamente, mais ao “mundo virtual”do que ao real.E o segundo é mais importante.O primeiro é útil demais, sim, mas é apenas um espaço de transição.Tá, você tem msn, fotolog, Orkut e tudo mais, faz você ter mais amigos, você adciona quem você gosta, entra no chat, amizades começam aí e pra pular do virtual pro real é fácil(ou não, depende das pessoas).Mas não seria bem mais delicioso se a amizade começasse no real?Seria mais “humano”.Hoje em dia a maioria dos jovens se sente necessitado de ter uma “contraparte interneteira”, não interessa a posição social.As lan houses(ou cyber cafés, como são menos conhecidas)estão aí pra expandir horizontes, abrir acessos a quem não mexia muito no micro.Tá, tudo bem.As pessoas parecem querer sentir-se mais atualizadas, expandir seu conhecimento, conhecer coisas e os outros.Mas eu entro e entro na net, estou como se estivesse “normalizado”com a situação só que falta algo em mim.Eu não consegui resolver minha vida no “real” e quero resolver no “virtual”…falta coisa em mim.

1º deveria sanar minha carência afetiva.O chat, sala de bate-papo, é uma boa porta pra isso, mas você acredita que estou há quase 4 anos entrando naquela coisa e só dando bola fora?É gente que se abala facilmente e que não está acostumado a homens transparentes, é mulheres que preferem aquele biótipo do “tarado e aproveitador”(sim, tem mulher que gosta), mulher que no meio da conversa sai da sala e não volta mais…você pode me chamar de babaca por eu me dedicar a falar com os outros em chats.Só é uma prova de que sou anti-social e tenho coisas mal-resolvidas no Real.Porque, pra muita gente é assim:a gente fala com alguém na net, marcamos encontro e estamos entregue à própria sorte.Perdi muito, muito tempo em chats.E como disse, ainda tem lacunas no meu peito.

2º mandar a preguiça pro inferno e resolver sua situação financeira.Eu nem tenho cacife pra ficar entrando na net o tempo inteiro.E muitas vezes dá aquela preguiça filha da puta, e deixo pra amanhã o que posso fazer hoje.Depende de mim.E não vai adiantar eu ficar falando que faço isso e aquilo se eu não AJO.
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Estas são minhas fraquezas.

Eu perco amigos pelo meu jeito sem papas na língua, por eu ser extremamente transparente.Foi por isso que a Gabit saiu fora, que a Maria quer sair também e etc.Daí eu falo pra mim mesmo:”mas eu não consigo deixar de ser realista!”
A resposta é que você terá de ser, se quiser companhias.Nem todo mundo tem o seu modo de pensar e não tem sua INSENSIBILIDADE.
Eu tenho as respostas, elas tão na minha mão.
Agora, não posso deixar cair, senão eu vou me ferrar, me ferrar até aprender.Se não aprender, só poderia pensar: sou um caso perdido.

Eu não gosto de conselhos nem incentivos.Se alguém ler isto e querer dizer algo que não sejam estas coisas.Me irritam, não sei pq, mas me irritam.

Não é de hoje que eu curto a Michelle R.

Se você tentar conversar comigo quando eu estiver puto, não venha querer que eu seja gentil com você.Quem quer que seja.

Brasil estreou mal na Copa?Se eu disesse um “dane-se”pra você seria o suficiente?
É, acho que seria.
Brasileiro só é patriota em dia de Copa, todo mundo sabe.Eles são apenas autômatos, são nada mais nada menos que cachorrinhos comandados pelo governo.Eles sempre dizem que não estão satisfeitos com nada, mas não fazem nada pra melhorar.Falam sobre os problemas como se fosse um hobby, uma diversão.Eles sempre preferem se dedicar à outras coisas, como Futebol, Mulher e Dinheiro.
Eu tenho este menosprezo pelos brasileiros, não é nem um sentimento de superioridade, é porque eu simplesmente desprezo esse tipo de gente, superficial.
Só o pega contra a Croácia deu a pensar que os brazucas não ganharão a Copa tão facilmente.Isso se ganharem.

E hoje, por causa do meu aborrecimento, perdi uma futura amiga…creio que ela tenha dificuldade em perdoar.Valeu a máxima que eu escrevi lá em cima…eu realmente estou puto, mas era melhor bloqueá-la do que desrespeitá-la.Ou então falar apenas um:”não estou a fim de conversar, hoje”.É bobeira eu fazer a merda e me lamentar depois.
E eu não vou falar nada sobre meu gênio…não hoje.

Ontem eu ensaiei com a banda lá em Copa, onde dois dos integrantes moram lá.Eu sempre detestei a Zona Sul.Aquele cheiro de superficialidade e de segurança.Não gosto do Centro, quanto mais da Zona Sul.Aquela maioria clara(nada contra raça alguma.Só contra os japas), e etc…me aborrece só de entrar no metrô.Agora a locutora do metrô fala “next….station”em todas as estações.
4 pessoas, comigo.Eu de vocal, baixo, guitarra e batera.O suficiente.No msn eu falo muito, mas falei bem pouco.O guitarrista é um grande falador.Batera, engraçado.O baixista é bem parecido com o Harry Potter e é o mais quieto(rivalizava comigo, hehehe).Daí, ensaiamos um cubículo, mesmo, que era o estúdio.
Ficamos 1:30 h decidindo o que tocar, e eu com aquele sentimento de culpa horrível, me achei inútil.Depois nas meia-hora finais tocamos “Smells teen like spirit”de você sabe quem e “Chopis Centis”dos Mamonas.Tinham que ver eu cantando “Smells”Como eu não sei cantar inglês fiquei improvisando, cantando:”nananana,nanhanana…”.Rimos muito.
O dono do estúdio tinha uma família parecida com o pessoal do System of a down, hehehe.
Resolvemos compor pra depois fazermos novos ensaios.E colocar as músicas na Tramavirtual.

Daí, a maldita culpa perdurou.Até hoje de manhã.
Gripe desgraçada, coriza, nariz ardendo.
Nem imagino como será meu feriado.Odeio feriados.Nem quando eu tava trampando eu gostava.
Abrigo faltando água e talz…tá ruim.

A minha pisada de bola pra fechar o dia foi eu ter chamdo a Gabit de burra e tosca.
E eu vivia pedindo pra ela me dar seu msn.
Mais uma vez agi como filho da puta.

É melhor eu maneirar, não importa se vida tá ruim, elas não tem nada a ver com isso.
Maneire AGORA.

Hoje é um dia em que eu deveria pensar novamente:”o Tempo é seu inimigo”.Mas eu não fiz nada pra ele, oras.Tá, eu praguejo muito quando vem aquela chuva antes da hora(hahaha), mas quem deveria ficar puto seria eu, não o Tempo.
Deus criou o Tempo, mas Deus É o Tempo?
Tá, errei.Não é Tempo, é Clima.

Ontem cheguei no abrigo com uma vontade louca de tomar um banho e lavar minhas roupas.Encontrei o corredor todo imundo e senti cheiro de merda e urina há 20 metros do banheiro.Entrei lá, tava aquele horror de papel higiênico com a parte “metida”virada pra cima, jornais TAMBÉM com partes “metidas”(putz), aquela semi-inundação de água suja e o cheiro insuportável.Só o cheiro de cadáver seria mais forte que aquilo.Olhei pro miquitório, imundo, com as metades dos limões(que eles colocam lá)ficando marrons.E ainda acabou a água, o que me aborreceu.Não foi no bairro, foi no prédio todo.
Eu fico incomodado quando percebo a sujeira no meu corpo.Você passa a mão na sua pele que sai, er…como dizem?”caraca”.Sujeira.Eu passo os dedos nas costas das mãos, sujeira.E as minhas roupas implorando para serem lavadas.
Eu, todo imundo, com sede, um horror.

E de manhã a situação não mudou.Eu sentia calor embaixo daquele casaco sujo.Olhei pro céu, tava chovendo, mas era aquela chuvinha “de bicha”, fina.É nessas horas que queria que chovesse pra caramba, torrencialmente.E dane-se quem tinha carro e enfrentasse enchente.
Ontem á noite conversei com os integrantes da banda de rock que eu criei.Ela se chama Vice Fu(isso, se pronuncia “vaice fu”, com o trocadilho que vc está pensando).A maioria dos caras mora em Copacabana(não teria problemas em ir até lá).Eu sou o vocalista, a banda está completa.Um dos caras tem produtora, o que quebraria um galhão.De tão empolgado e dedicido, criei uma comunidade no Orkut dedicada à banda, é só você passar lá.
Passei um tempo tremendo procurando gente.Anteontem uma candidata a baixista não quis mais tocar porque brincamos falando que no estúdio iria ter um fedor de homem danado durante os ensaios(e teria mesmo, hehehe).”Vocês são nojentos”, ela disse.Eu queria que tivesse mulher na banda, até para termos uma opinião feminina.Seria legal.Mas já que não tem…
Amanhã teremos ensaio num estúdio em Copa.Não vejo a hora.

A notícia de que a “banda”RBD(aquela coisa de “Rebelde”)irá tocar aqui no Rio em setembro deve ter deixado os fãs cariocas malucos.Eu não assisti esta novela, mas admito que gostei de algumas noveletas mexicanas.Como eu provavelmente diria que seria ruim, se eu assistisse, eu nem prefiro dar bola.A maioria dos fãs de RBD são adolescentes de 13 a 17 anos, em sua maioria meninas, protótipos de patys, sem personalidade ou opinião própria, têm um apreço tremendo pela beleza exterior(hahaha), têm Flogão(porcaria)e escreve em “miguxês”(aquele dialeto dos adolescentes, eles escrevem “axim”).
Eu não suporto esse tipo de gente.Eu poderia ser machista suficiente e dizer:”essas eu como e jogo fora”, mas não sei se isso é realmente machismo.Porque esse tipo de gente geralmente não se dá ao respeito, mesmo.E pelo que me dizem, os personas da novela não têm nada de rebelde.
A maioria das meninas são patys, os meninos parecem até modelos punheteiros et mauricinhos e tem até um sósia do Harry Potter que é um nerd judiado por seus colegas de classe.Hhahahah.Se bem que as meninas têm uma beleza acima da média(verdade)e seus uniformes são aquelas sainhas curtinhas, e gravatas, pra pagá de cool.
Faz-me rir.
Minhas irmãs devem gostar dessa coisa toda de Rebelde.

Putzgrila.


Não é a primeira vez que ocorre uma merda como essa:
Às vezes eu não entendo como se trata minha situação e abuso, abuso da minha própria sorte.
Eu tava numa lan house em Mesquita, Baixada Fluminense.Dependia do trem pra voltar pro abrigo(retorno até 23:00, se vir depois durmo na rua).Fiquei conversando no msn com futuros componentes da minha banda de rock.Tá.Arrumei guitarrista, batera e estamos procurando o baixista.Passou da hora.O trem, sábado é até 8 e pouca.10 da noite, fui pruma outra lan que tinha “Virada”(uma espécie de madruga no computador, você paga tanto e fica até de manhã jogando ou acessando a net).40 minutos andando.Nilópolis.Chegando lá, ainda faltava gente(eram necessárias 10 pessoas pra vriada).Demorou, demorou e os poucos foram embora.Fiquei puto, porque dependia da Virada pra não dormir por aí.É algo que estou acostumado.Daí,a Virada acabou e a lan vai fechar daqui a pouco.
Acho que eu vou dormir lá no ambulatório do hospital de Nilópolis, como fiz antes.
Pra cavar a própria cova, tem que ser muito estúpido, só lamento por mim.