Chamou pra mão e se fudeu!!!


Um fotógrafo do Jornal da Tarde flagrou uma briga de trânsito na Rua Ribeiro de Lima, em frente ao Comando da Policia Militar (CPC) no bairro da Luz, região central de São Paulo. Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP), o registro da ocorrência feito no 2º Distrito Policial, no Bom Retiro, aponta que a confusão começou quando um dos motoristas foi fechado ao cruzar a Avenida Tiradentes e reclamou que o outro não usou a seta.

Na Rua Ribeiro de Lima, os dois iniciaram um bate-boca ainda dentro dos carros, que acabaram colidindo levemente. De acordo com o tentente Emerson Massera, citado pelo jornal, o homem de roupa social foi o primeiro a descer do carro, mais exaltado e disposto a brigar.

O policial contou que o homem tentou fugir da briga e buscar apoio no CPC ao ver o tamanho do oponente, mas foi alcançado e derrubado na entrada do quartel. A briga foi apartada pelos policiais. O caso foi registrado como lesão corporal. Os motoristas prestaram depoimento e foram liberados. De acordo com a SSP, nenhum dos dois envolvidos foi indiciado.

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Se fodeu, engomadinho filho da puta. Imaginou que o outro era um mirradinho ou baixinho, né?

Foi pouco.

Mallu Magalhães.

Assistam este vídeo da nova “sensação” musical brasileira (digo, paulistana):

Ontem, eu queria fazer este post e tinha tudo pronto, algumas coisas se perderam, mas vamos lá.
Essa menina é considerada uma nova revelação da música. Com apenas 15 anos a pequena Mallu Magalhães já consegue fãs, entre eles curiosos e pessoas que simplesmente precisam idolatrar um novo talento. E eu só consigo sentir pena dessa menina.

De conduta e personalidade simples, é tímida e muito tensa (visto a palhinha aí em cima). É tão despreparada para o sucesso crescente que inocente, acaba por amolecer o coração da maioria das pessoas. Dá risadinhas, fica acanhada, exerce o vocabulário adolescente de maneira mais que autêntica e tem um jeito engraçadinho. Nota-se seu total despreparo para lidar com os demais. É o tipo de garota que de tão gracinha, dá vontade de proteger de todas as maldades do mundo. Tão assustada, tão bobinha…

Porém o “fenômeno” Mallu Magalhães é nada mais que uma coisa fabricada. Pega-se uma menina com um certo talento para tocar e cantar (em inglês, ainda? Hhaha!) e absorve a vontade dos sujeitos que querem porque querem fazer um hype do nada, pelo dinheiro e pela simples falta de idéias melhores. Como nego hoje em dia gosta de qualquer coisa, acaba sendo engolido com facilidade. Se for pra gringa, melhor, já que os pulhas têm o defeito de gostar de qualquer coisa (vide Cansei de Ser Sexy e mais extremo ainda, o Bonde do Rolê). Daí, a MTV dá seu xaveco, a Rolling Stone ajuda e obviamente que cedo ou tarde iria aparecer no programa da bicha simpática chamada Serginho Groisman. Previsível, até aí. Vai pro Faustão daqui a pouco? Ela já apareceu no Fantástico? E no Jô Soares?

Tem sérias possibilidades de naufragar em pouquíssimo tempo ou só fixar-se ao exterior, como as duas “bandas” que citei acima. Fã de Johnny Cash e Bob Dylan (que inspirou Zélia Duncan, Caetano Veloso, Raul Seixas e Cazuza), seu folk enjoativo funcionaria pros gringos. De início não gostei muito do que ela canta. Sua personalidade interessou bem mais. O melhor para esta menina seria retornar à escola e deixar este “futuro musical” para daqui há 4 ou 5 anos. Está muito verde, e a esta altura do campeonato tem a maior cara de que estão metendo os pés pelas mãos.

Pior que ela me lembra uma outra criança com certa destreza para a música, o suicida Vinícius Gagueiro, o Yoñlu, que dizem, tinha um excelente jeito para a música.

Pra terminar, uma parte da crítica do jornalista Mario Marques, do Jornal do Brasil: “- O pior da falta de renovação do pop nacional é a luz que se joga no hype – leia-se indie rock. Pior: o indie rock de São Paulo. Por isso, temos que aturar artistas insípidos como a menina Mallu Magalhães virarem atração. Sucesso no MySpace, conforme se adiantou aqui na capa do Caderno B de três semanas atrás, com mais de 200 mil acessos, a moçoila de 15 anos virou uma espécie de versão fofa de Johnny Cash com canções como, Deus, Tchubaruba. O pior de tudo é que ela não tem culpa.

E não tem mesmo. Estamos fodidos.

Fotos da Mallu (uma verdadeira gracinha):



Rebeldia na Geração Youtube


Dude, você pode ser fã de uma coisa, mas perceberá que a quantidade de idiotas que são fãs da mesma coisa que você não está no gibi.

Deixa eu citar do que gosto e do que idiotas gostam, também: Amy Winehouse, Boston Legal, Queen, The Mars Volta, Kagerou, Skins, Dead Like Me (ops, acho que só eu gosto de verdade dessa pourra), Furi Kuri e House M.D.

Eu já fui mais ranzinza.

Enfim, eu queria falar sobre rebeldia. Mas, creio que não combina muito colocar este assunto em dia pois na Geração Youtube hoje em dia, seria mais do que perda de tempo. Mas, enfim, como você perdeu tempo só vindo para cá, vamos falar sobre esse assunto, mesmo.

Eu estive fazendo, alguns dias aí, uns exercícios de rebeldia, mas não do tipo que sai quebrando tudo e dando porrada em Deus e mundo. Digo, Deus anda trocando porradas com seus fiéis mais “realistas” por muito tempo, e eles sempre perguntam onde ele está. “Se Ele existe, não seria bem mais fácil descer de seu pedestal e vir falar com a pessoa da mesma forma que eu estou conversando com você, aqui sentados num banquinho?”. Dá pra entender perfeitamente a posição do sujeito sobre isso. A impressão realmente é de que neste mundo é cada um por si, o que dá permissão total a gente desequilibrada matar e fazer o diabo e ele seria apenas julgado pela Justiça dos homens, só que funciona de vez em quando. Chega a ser compreensível um homem ou uma mulher ter desejos suicidas simplesmente por estar de saco cheio da vida que leva, desse mundo de merda. Mas, obviamente, se matar é a maior covardia que vocês podem fazer. Pensar, tudo bem. É a mesma coisa de você ter vontade de matar uma pessoa que você acha um filho da puta, compreensível. Agora, fazer é outra história. E claro, a maioria dos seres humanos não tem peito nem culhão para fazê-lo. Daí, ele pensa, pôe sua inteligência, seu raciocínio para mover. O tico e o teco fazem seu trabalho. Mas mesmo assim, estamos voltando a virar macacos. Sabe aquela porra de banda chamada Devo, que pregava o fato do ser humano estar “involuindo”? “Nossa, alguém deveria dar um prêmio a estes caras, pois eles bancaram os videntes e deu certo!”, você poderia dizer. É por aí, mas hoje em dia é tudo tão previsível que você, homem comum, pode prever acontecimentos em sua vida calcados no seu realismo. Ou como os mais tolos dizem, “Pessimismo”. Mas, extremos são sempre ruins. Se você for pessimista ou otimista ao extremo, é um idiota. Ou sonhador ao extremo. Mas, hoje realmente as coisas ocorrem de um modo que eu já esperava.

Você tenta ser diferente do pasto, mas ao mesmo tempo que você se sente sozinho, eles podem te rejeitar. No meu caso o pior tipo de gente que poderia aparecer na minha vida são pessoas sensíveis em excesso. Eu sou um sujeito que coloca meu realismo até não mais poder, sabendo que as pessoas são de uma forma que as torna incorrigíveis, ainda mais adultos. Algumas pessoas ficam sentidas se você diz algo como “não me interessa”, “você acha que eu tenho obrigação”, “pouco me importo” e similares. Sim, o ser humano é falho e alguns fazem questão de impor essas falhas pros outros. Eu sou observador pra caralho. E ouço que é uma beleza. Não dá pra contar o quão de pessoas se feriram por minhas palavras, que me rotularam de grosso porque eu disse um “porra” ou porque não quis “me abrir” pra elas. Agora, me diga: você tem a obrigação – nem que seja inconscientemente – de desabafar seus problemas, nem que seja uma rusginha de tristeza a mancebos que você nunca viu mais gordos? E parece que hoje em dia, nego acha ter a maior segurança e preparação do mundo para dar pitaco na vida alheia. Não vou nem dizer que é “coisa de brasileiro”, pois eu nasci aqui e mesmo não querendo faço parte desse bojo.

Imagine uma pessoa que sempre vê os piores canais possíveis dessa porra de país (Globo e Rede TV!), fala no MSN com você recheada de gifs animados, dos mais irritantes possíveis, te dá conselhos vazios como “não liga, a vida vai mudar, Deus vai te ajudar” e afins. Tem uma personalide tão rala e tão fútil que para pessoas mais exigentes e seletivas- como eu – não teria serventia de porra nenhuma. Imagine também uma pessoa que quer saber o que está acontendo com você, você não fala nada. Daí, já se aborrecendo, ela diz um “Deus, dai-me paciência” e respondendo a ela você diz: “Acha que eu tenho obrigação de fazer a íntima com quem eu não conheço?”. Aí, ela tira a máscara que usa diariamente e revela-se a arara que constantemente é. Mas, porra, ela usa a máscara unicamente para conviver bem com as pessoas. Senão, ela seria mais insuportável e maçante do que normalmente é. Ela precisa ser o que não é para arrumar mais amigos, para ter uma vida social bacana, uma transa satisfatória, etc. Então, você a responde dessa forma que eu te disse – mesmo de um modo calmo e pausado – e ela te chama de grosso. Mas a tentativa de invasão de sua vida não poderia ser tipificada como grosseria? Ou pior, quando ela levanta a voz, perde ainda mais a razão. Daí, chama os outros funcionários – que são automaticamente puxa-saco, claro – para reforçar o ataque. Por fim, chama um homem, porque, se você for homem eles acham que um homem seria mais fácil na “interação”, se é que me entende. É a mesma coisa de você ir a uma igreja pedir uma orientação espiritual, eles nunca irão chamar uma mulher para te atender. Nem mesmo se esta mulher for a primeira a falar com você. Agora, se você for uma mulher, a probabilidade de não chamarem um homem para você é grande.

Em desvantagem numérica na discussão, você perde, inevitavelmente. Eles são irritantemente muito previsíveis :te interrompem o tempo todo, fazem suas argumentações se perderem diante aos gritos. E o homem está lá próximo a porta, atento a tudo, fazendo as vezes de espectador et segurança. Se rolar porrada, ele interfere e te imobiliza – ou te bate – e chama a Polícia.

O ato de gritar em uma discussão serve primeira e principalmente para fazer valer a opinião da pessoa e desestabilizar a da outra. Serve para impor seus interesses. Simples assim. Mas, nem sempre eles têm razão. Se bem que, como disse, só por gritar sua razão cái. No meu caso, eu raramente grito – só rodo a baiana quando estou no vagão do trem, sozinho, hueheheh! – , assim como raramente choro (acho que umas 2 vezes por ano e olhe lá).

Nego te tacha de rebelde por pouca merda. Existem também os que te tacham de rebelde por você ter um ponto de vista mais realista sobre a sociedade. Para mim é impossível viver, levar a “filosofia de botequim” daquele filho da puta que canta: “deixa a vida me levar”. Impossível. Alguns dizem que você precisa levar a vida um pouco mais na brincadeira, mas não adianta defender essa questão se você tem uma vida relativamente boa, meu chapa. É a mesma pessoa que tira um sarro ou dá conselhos vazios sobre seus problemas, porque ela não vive o que você vive ou passou pelo o que você passa. Senão, teria um pouco mais de seriedade e respeito para com eles.

Na minha visão, a maioria das pessoas se esforçam em serem iguais em algumas coisas.
Primeiro: pensamento. Esse é o principal.
Segundo: personalidade.
Terceiro: diversão fácil e descerebrada.
Quarto: falta de seriedade.
Quinto: individualismo.

Acho que o primeiro se acopla no quarto, mas dane-se. A rigor, É ISSO.

Você se torna um rebelde exatamente por não seguir essa cartilha. E pior, é como se fosse uma regra de sobrevivência no mundo em que vivemos. É pouco demais para ser considerado um rebelde, um “revoltado”.

E olha que nem sou punk. Tá, essa foi previsível.

Projecto Invisiível.

Isso, “Invisiível”, mesmo.

Imagine coisas:

Um homem de 35 anos, pardo, com uma filha adotiva de 12, ruivinha – com direito a sardas no rosto e resto do corpo – quase totalmente amada e idolatrada por ele que mora numa casa bem legal no bairro carioca de Santa Tereza. Trabalha em casa e mantém uma criatura misteriosa presa e bem cuidada no porão de casa. Tem umas amigas gêmeas siamesas e um amigo chamado Max, um lourinho gay e fortinho, que ama Scissior Sisters e Queen. Que clichê, né? Além desse pessoal, ele precisa receber uma nova amiga, ex-guitarrista duma merda de bandeca paulistana. Desistiu por ele, pois mesmo sendo lésbica, sentiu um interesse esquisito pelo sujeito. O nome dela é Cassandra, 27 anos, branquinha de cabelos negríssimos e até o ombro. Cansou de viajar por aí e resolveu procurar teu “best place“. E a mina tem um segredo que deixaria qualquer um branco de pavor.

Fora isso o líder da banda irá correr atrás dela, e provavelmente baterá de frente com o trintão, lá. Inevitável. Mas, isso não é nem a ponta do iceberg

Taí um projeto pra 2008 que já irei concluir em algumas semanas.

Não mudou nada, por enquanto.

Eu estou emburrecendo. Estou perdendo a noção do que penso e do que escrevo, por exemplo. Não que eu futuramente eu me torne um doente mental, talvez eu até me torne, já que o destino da humanidade é “involuir” cada vez mais…poucos se salvarão, etc. Zueira. Mas, tem um fundo de verdade, eu erro coisas simples de português e não raro meto o carro na frente dos bois em relação a fazer alguma coisa. Prova de minha impulsividade, eu só preciso pensar melhor antes de cometer um ato ou de falar algo. Se eu fosse o oposto, já teria morrido.

O fim de semana sempre teve ótimos dois dias pra refletir, inclusive ando refletindo até demais nesse domingo, porém, não adiantando de nada. Mas, um dia eu aprendo. Digo, já estou aprendendo algumas coisas. O que eu não quero é chegar e dizer que “a vida é uma escola”, sou uma das pessoas que mais odeia esses chavões, frases de efeito e otras coisitas más. O ano de 2008 será o ano do pensamento, da maldita reflexão, que, se não for feita poderia declarar meu atestado de maluco e de cadáver ambulante. Tá foda, ontem fui visitar meu amigo e de seu apartamento vi aquela paisagem calma de bairro residencial, de subúrbio. O domingo serve unicamente para isso? Claro que não. Tenho que procurar o que fazer, mas por enquanto ainda não tenho condições de dormir com uma menina todas as tardes. Pegar o trem de Japeri, que passa de meia em meia hora e pára em todas as estações. Estou olhando mais pro céu que de costume (tu já olhou pro céu hoje?) , não daquela forma chapado-padrão, mas olho sério, vendo aquela imensidão azul escuro/marinho que tem o trabalho de me fazer sacar o que poderia ou não ser feito nessa vida. Oportunidades. Tem muita coisa que não fiz e deveria ter feito. A preguiça não falou mais alto, estou mais sagaz que nunca neste ano, que começou com um grito de “Amém” do pessoal da igreja que fui convidado. E a outra crente bonitona lá que desmanchou o casamento por causa do noivo, um filho da puta que foi louco de pular a cerca. Aliás, é por causa destes filhos da puta que os homens ditos “bons” se fodem, né? Por causa de um, todos pagam. Mais do que clichê, porém nada mais como uma medida de cautela.

Antes de eu vir pra cá, tava lendo o jornal e pensei em entrar em contato com aquele colunista do jornal que sempre compro, pedindo uma ajuda na divulgação do meu livro. A preguiça está encrustada aí, mais do que qualquer outra coisa da minha vida. Aí, mesmo. Eu já deveria ter juntado o original num CDROM, mandado pra editora Rocco, porém, antes sem passar na merda da Biblioteca Nacional. Já deveria ter feito isso há muito tempo. Mandei um email pro tal colunista e ele me mandou uma resposta: “Vou ver o que posso fazer”, numa linguagem de miguxês arcaica, desmanchando aquela aura de “repórter gaúcho sério” que esboçava pra todo mundo. Tá, deve ter mandado na pressa, entendo. Ok, nessa sexta irei mandar mais um email e ver o que ele realmente fez. A grana virá amanhã e aproveitarei pra resolver logo essa questão do comparecimento à Biblioteca Nacional. O que vai pegar é a publicação e possivelmente uma certa grana que terei de investir. E eu sou pobretão, de onde vou tirar dinheiro? Do cu? Daí, eu repito ao que meu “mestre” disse: Vou ver o que posso fazer.

Entrei em contato com dois jornalistas de um jornal que eu sempre compro e eles disseram que poderiam me ajudar na questão da divulgação. Estava até pensando em contatar algumas destas celebridades para me ajudar na questão, mas estas duas pessoas até que provavelmente têm amigos e conhecidos que não são tão irritantes assim. Creio eu. Daí, eu tenho a história da escola pra tratar, assim como do trabalho, o que obrigatoriamente acaba deixando a idéia do livro em segundo plano. Mandei um email pra Biblioteca Nacional e fiquei inteirado do metiê, só falta ter tempo pra me dedicar a isso. Disseram pra levar impresso. Como o livro terá mais de 200 páginas, fica complicado, alguém terá de fazer isso por mim. DE GRAÇA, de preferência. Huehehe. É que eu sou um baita pobretão, tanto que só tenho 4 roupas fixas para sair e um par de sapatos, que uso até gastar. É como você usar um carro lá no Haiti, entende? Até o fim.

Estou comendo menos, minha alimentação está irregularíssima. Fora isso estou sofrendo mais de dor de barriga que de costume, o que é horrível. Parece que você tem um “alien” lá dentro e ele está se debatendo, querendo sair. Mas, vai melhorar.

Esse dia 21 vou pra São Paulo. Preciso visitar quem eu amo.