Não mudou nada, por enquanto.

Eu estou emburrecendo. Estou perdendo a noção do que penso e do que escrevo, por exemplo. Não que eu futuramente eu me torne um doente mental, talvez eu até me torne, já que o destino da humanidade é “involuir” cada vez mais…poucos se salvarão, etc. Zueira. Mas, tem um fundo de verdade, eu erro coisas simples de português e não raro meto o carro na frente dos bois em relação a fazer alguma coisa. Prova de minha impulsividade, eu só preciso pensar melhor antes de cometer um ato ou de falar algo. Se eu fosse o oposto, já teria morrido.

O fim de semana sempre teve ótimos dois dias pra refletir, inclusive ando refletindo até demais nesse domingo, porém, não adiantando de nada. Mas, um dia eu aprendo. Digo, já estou aprendendo algumas coisas. O que eu não quero é chegar e dizer que “a vida é uma escola”, sou uma das pessoas que mais odeia esses chavões, frases de efeito e otras coisitas más. O ano de 2008 será o ano do pensamento, da maldita reflexão, que, se não for feita poderia declarar meu atestado de maluco e de cadáver ambulante. Tá foda, ontem fui visitar meu amigo e de seu apartamento vi aquela paisagem calma de bairro residencial, de subúrbio. O domingo serve unicamente para isso? Claro que não. Tenho que procurar o que fazer, mas por enquanto ainda não tenho condições de dormir com uma menina todas as tardes. Pegar o trem de Japeri, que passa de meia em meia hora e pára em todas as estações. Estou olhando mais pro céu que de costume (tu já olhou pro céu hoje?) , não daquela forma chapado-padrão, mas olho sério, vendo aquela imensidão azul escuro/marinho que tem o trabalho de me fazer sacar o que poderia ou não ser feito nessa vida. Oportunidades. Tem muita coisa que não fiz e deveria ter feito. A preguiça não falou mais alto, estou mais sagaz que nunca neste ano, que começou com um grito de “Amém” do pessoal da igreja que fui convidado. E a outra crente bonitona lá que desmanchou o casamento por causa do noivo, um filho da puta que foi louco de pular a cerca. Aliás, é por causa destes filhos da puta que os homens ditos “bons” se fodem, né? Por causa de um, todos pagam. Mais do que clichê, porém nada mais como uma medida de cautela.

Antes de eu vir pra cá, tava lendo o jornal e pensei em entrar em contato com aquele colunista do jornal que sempre compro, pedindo uma ajuda na divulgação do meu livro. A preguiça está encrustada aí, mais do que qualquer outra coisa da minha vida. Aí, mesmo. Eu já deveria ter juntado o original num CDROM, mandado pra editora Rocco, porém, antes sem passar na merda da Biblioteca Nacional. Já deveria ter feito isso há muito tempo. Mandei um email pro tal colunista e ele me mandou uma resposta: “Vou ver o que posso fazer”, numa linguagem de miguxês arcaica, desmanchando aquela aura de “repórter gaúcho sério” que esboçava pra todo mundo. Tá, deve ter mandado na pressa, entendo. Ok, nessa sexta irei mandar mais um email e ver o que ele realmente fez. A grana virá amanhã e aproveitarei pra resolver logo essa questão do comparecimento à Biblioteca Nacional. O que vai pegar é a publicação e possivelmente uma certa grana que terei de investir. E eu sou pobretão, de onde vou tirar dinheiro? Do cu? Daí, eu repito ao que meu “mestre” disse: Vou ver o que posso fazer.

Entrei em contato com dois jornalistas de um jornal que eu sempre compro e eles disseram que poderiam me ajudar na questão da divulgação. Estava até pensando em contatar algumas destas celebridades para me ajudar na questão, mas estas duas pessoas até que provavelmente têm amigos e conhecidos que não são tão irritantes assim. Creio eu. Daí, eu tenho a história da escola pra tratar, assim como do trabalho, o que obrigatoriamente acaba deixando a idéia do livro em segundo plano. Mandei um email pra Biblioteca Nacional e fiquei inteirado do metiê, só falta ter tempo pra me dedicar a isso. Disseram pra levar impresso. Como o livro terá mais de 200 páginas, fica complicado, alguém terá de fazer isso por mim. DE GRAÇA, de preferência. Huehehe. É que eu sou um baita pobretão, tanto que só tenho 4 roupas fixas para sair e um par de sapatos, que uso até gastar. É como você usar um carro lá no Haiti, entende? Até o fim.

Estou comendo menos, minha alimentação está irregularíssima. Fora isso estou sofrendo mais de dor de barriga que de costume, o que é horrível. Parece que você tem um “alien” lá dentro e ele está se debatendo, querendo sair. Mas, vai melhorar.

Esse dia 21 vou pra São Paulo. Preciso visitar quem eu amo.

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