Eu e Patrícia Poeta

Me consideram estranho. Eu também assumo essa singularidade. Há muito tempo foi assim, porém, você sabe que isso é relativo. Um dos fatos que me denunciam ser singular está: não fazer algumas coisas que nego faz todos os dias, sempre. Por exemplo, você pergunta a uma pessoa que horas são ou se o cachorro quente da pessoa é com linguiça ou com salsicha (vamos escolher esse último). A pessoa responde: “com linguiça!”. Daí, você pergunta novamente: “com linguiça?”. Pronto. Claro que você pode dizer “ele está apenas querendo saber se realmente é com linguiça”. Mas, porra, eu NÃO CONSIGO perguntar mais de uma vez. E quando perguntam pra mim geralmente eu deixo no vácuo, o que gera más interpretações, claro, pois não tenho paciência pra responder duas vezes. Outra coisa: repetição de frases. Tem nego que diz a mesma coisa diversas vezes, como que se tivesse como colocar a frase solidificada dentro do cérebro do ouvinte, ele o faria. Mais uma, curiosidade excessiva. Tem acidente. Pára gente pra ver, deixam seus afazeres, interrompem seu trajeto para ver, para bancar os abutres. Em menor escala, nego não pode conversar, comprar alguma coisa ou ceder o lugar a uma idosa no trem que os outros direcionam sistematicamente seus olhos ali. E ainda tem a invejinha instantânea: se eu conversar com mulher bonita e gostosa (seja no trem ou na puta que pariu) os homens ao redor olham como se pensassem: “o que ela viu nesse feioso?”. É a velha política de não querer que o outro se dê bem. Claro que nem todos o fazem, mas acho no mínimo esquisito esse comportamento assim como me acham esquisito em certas coisas. Já tentei fazê-los, mas não consigo, especialmente bancar o urubu-rei e arregalar os olhos perante um acidente. E na maioria das vezes curioso não presta pra porra nenhuma além de empatar o caminho de quem realmente tá disposto a ajudar!

E o que isso tem a ver com a Patrícia Poeta? Simples. Eu a considero esquisitaça. Graças a Ashura não tenho a menor vontade em assistir o “Fantástico”, de longe com a pior dupla de apresentadores de todos os tempos. Você bem sabe que tal programa mudou para ruim há bastante tempo. Desde que fizeram uma reportagem sobre o Australopithecus afarensis (apelidado de “Lucy”) foi até demais. Ah, não lembra ou não viu? Tranquilo: lembra que há anos atrás, após os cientistas acharem a ossada fizeram por computador uma reconstituição facial de como aproximadamente seria a Lucy na época? Então, a equipe do “Fantástico” chamou alguns estilistas e consultores de moda, incubidos de tentar achar um “look” perfeito para a Lucy, para ficar com um visual bonito, etc. Daí, botaram a face computadorizada do antropóide maquiado, com batom, blush, chapéuzinho de sol, lenço, brincos…foi a gota d´água, ultrapassou todos os limites do ridículo.

É óbvio que não pode ser só matéria “boa” e séria o tempo todo. Tem que pôr algo fútil e tosco pra contrabalançar, agradar a gregos et troianos. E não foi na época da Poeta, quem comandava a bancada eram o Pedro Bial e Glória Maria (que, sem tirar nem pôr, eram os melhores). Eu não consigo gostar da atual apresentadora. Agraciada com a promoção dada a Mulheres do Tempo (Fabiana Scaranzi foi outra que papou a subida na hierarquia), Patrícia Poeta é uma NULIDADE em matéria de carisma, sendo esmagada pelo Zeca Carmargo nesse quesito. Não sabe controlar a própria expressão facial (uma das provas disso foi a entrevista com Ronaldo Traveco, em que o assunto era sério e ela sorriu o tempo todo), além dos próprios sorrisos forçados a maioria parte do tempo. O que ela esconde explicitando os dentes daquela forma? Passa insegurança. E tem cara de ser chata pra caralho. Eu poderia dizer “como tem caras que vêem algum sex appeal nela?”, mas se EU acho a Maria Flor gostosa, porra.
Não é recalque ou algo parecido, é que sempre achei essa mulher esquisita. Feia. Ainda tem o sotaque. [bicha]E as sobrancelhas. As sombrancelhas dela não combinam com seu sorriso, com a sua lata. Em compensação ficaram uma belezura na Ísis Valverde, que considero uma das mulheres mais bonitas do mundo: http://oglobo.globo.com/blogs/arquivos_upload/2008/02/150_156-isis.jpg
[/bicha]

Pronto, falei.

E não vou falar de Natal, não. Essa data só serve pra encher a pança e ganhar presentes, o que realmente importam pra mim. Que “nascimento de Jesus” é o caralho.

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