O que este ano me deu?

E o que eu dei a mim mesmo nesse ano?
Com certeza fui banhado pela maturidade, o que anda tendo mudanças significativas ano após ano. Mas, não o suficiente para eu conquistar a independência de mim mesmo e de certas criancices que ainda insistem em perseguir meu cérebro. Consegui obter mais grana, deixei de ser tão coitado como fui em 2007 e conquistei coisas importantes. É natural que eu ainda não me sinta “cheio”, pois ainda preciso rechear meu coração e cérebro de vitórias, que não significa apenas dinheiro no bolso. Ainda ando sozinho na rodovia e penso que poderia ser melhor, recusei coisas que em minha situação deveria abaixar a cabeça e aceitar numa boa, pois ainda me acho na merda. Tá, melhorou bastante de 2005 (ano onde comecei a tomar um tino na vida, antes eu viajava pra caralho) pra cá e poderia estar melhor se aceitasse as coisas, que eram muito boas. Entretanto, eu tenho um vício de recusar algo e me arrepender logo depois. Daí, não adianta mais nada.
Continuo praticando a dureza, o que afasta as pessoas não preparadas ou habituadas para tal. Eu estava realmente progredindo em escala rápida em meados deste ano, mas dei uma parada quando me mudei, e essa parada me esmoreceu nesse segundo semestre. Tô escrevendo meu livro (o primeiro foi uma merda, não foi à toa que a Rocco recusou “apesar das evidentes qualidades”) e aposto que em 2010 já conquistarei ao menos 60% do que almejo ter. Será a ordem natural após tanta busca e empenho. E eu mereço a vitória.
Rolou tudo bem no Natal (comi pra caramba) e não serei suicida o suficiente para passar na praia de Copacabana no Ano Novo. Ninguém curte se estressar, né? Observar fogos e gritar de alegria (ou fingindo alegria) é a mesma coisa de comemorar o gol de seu time: vem aquela euforia que em segundos depois cessa. Você esboça aquela cara de bunda e geralmente o que diz após isso é sem graça. Eu não estou nem aí para a festa, quero saber de comida. Falando nisso, estou me alimentando um pouco melhor que no primeiro semestre. Até dezembro de 2009 poderei decidir isto numa boa.
Minha paciência foi testada além do limite humano ao ouvir estas tragédias que o povo adora, sente tesão no cu de ouvir/ler: Nardoni, Eloá, João Roberto…cheguei a conclusão (até que enfim) que o povo precisa das tragédias para provar ainda mais a sua imbecilidade. A inclusão dos sentimentos de forma altamente gratuita, eles são craques nisso. E a juventude cada vez mais encaminha-se para o abismo, se afastando cada vez mais do bom senso. A tendência é piorar, não? “Agora me conta uma novidade!”.
O que mais importa neste mundo é que eu estou tentando melhorar minha vida. Preciso mais do que nunca dar algum sentido a ela, posso contar nos dedos as minhas “torcedoras” (que felizmente são poucas). Não tô em posição de decepcioná-las e nem de me decepcionar. Não tenho esse direito, não.
Hahaha, esse ano tem tudo a ver com o mahadeva Shiva.
Um péssimo 2009 pra você e um ótimo para mim.
Huehehe.
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