Ainda bem

David, bom dia

fique tranquilo porque fazer esse trabalho, apesar de respeitar quem os faça, não faz nem nunca fez parte dos planos de Nana Gouvêa porque, segunda (sic) ela, tem que respeitar, em primeiro lugar sua família, suas filhas.
De qualquer forma, obrigada pela preocupação.

at.
assessoria de imprensa

Obama já deve tá com o saco vermelho…




…porque não cansam de puxá-lo! Estamos há poucos dias de sua posse (dia 20, cai na terça), inclusive. Com praticamente TODA A MÍDIA a seu favor, conclamando mudança e o escambau à quatro, era até previsível que houvesse uma certa bajulação em torno do futuro gestor. Mas, muita gente não imaginaria que essa punhetação chegaria aos quadrinhos. Ou imaginaria? Eu não.

Obama já chegará ao cargo segurando uma mandioca quente na mão, pra começar. Fora isso, provavelmente tentará fazer o melhor em seu governo, não querendo decepcionar os bilhões de almas ao redor do mundo que depositaram confiança nele. Formou uma “super-equipe”(reforma ortográfica é o meu piru), com Hillary Clinton encabeçando a Secretaria de Estado. Não obstante, é impossível deixar de notar seus erros anteriores a sua eleição: uso de documentos falsos (já que ele usou nomes como Barry Soetoro, Barry Dunham, etc), teve seus estudos financiados por um terrorista, mentiu que tinha recebido educação islâmica, com tudo isto tornando-se o primeiro presidente eleito a ser interrogado pela polícia já antes da cerimônia de posse.

Não passou batido e nem despercebido. Ainda renderá bastante neste ano.

Homem atira em outro que conversava no cinema

Em um cinema na Filadélfia no dia de Natal, durante uma exibição de O Curioso Caso de Benjamin Button, um homem levou um tiro no braço por conversar durante o filme.

James Joseph Cialella Jr, de 29 anos, foi ao famigerado Riverview Theatre, considerado um dos cinemas mais “barra pesada” dos Estados Unidos, onde tentava assistir ao filme quando uma família começou a conversar durante a projeção. Cialella pediu que parassem. Sem sucesso, jogou pipoca neles. Foi só quando ele puxou sua Kel-Tec calibre .38 e alvejou o pai no braço esquerdo que teve sossego.

Com o disparo, o cinema ficou vazio em segundos. O atirador, porém, voltou ao seu lugar e sentou-se, para terminar de ver o filme. Mas não ficou muito tempo… a polícia logo chegou e o prendeu.

Cialella, que não sabe como termina Benjamin Button, está sendo acusado de tentativa de homicídio, entre outros crimes. A vítima está hospitalizada mas passa bem.

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Um dos motivos que fez me afastar dos cinemas foi isso: gente falando na hora da exibição, algumas pessoas extrapolando nos decibéis, entre outras coisas. É simples, eu odeio gente que faz isso. E odeio pessoas que, mesmo sabendo que se deve desligar o celular ao entrar na sala, ainda os mantém ligados. Daí, o aparelhinho toca, etc…

Eu tenho sorte de não portar uma arma. Certamente faria a mesma coisa que este sujeito. Algumas pessoas fazem questão de serem inconvenientes em locais em que isto deveria ser proibido. Rir, beleza. Agora, papear, gritar na exibição do filme…dependesse de mim eu atiraria em qualquer um que fizesse. Daria porrada. Cortava um braço, uma perna…até porque não paguei pra ouvir voz de filho da puta nenhum.

Já tive aborrecimentos ao ver “Sinais”: turba de adolescentes (sempre eles) gritando, esboçando um medo de araque. “MIB 2”: a menina gargalhava ATÉ nos momentos em que não tinha humor algum. “O Amigo Oculto”: conversa alta. “Alien Vs. Predador 2”: a putinha sabia que iria ter momentos gore e mesmo assim ela fez questão de gritar “Ai, meu Deus”, “Ai, não!”. “Harry Potter e o Prisioneiro de Askaban”: meninas gritando. Um adulto lá se aborreceu e disse que se ela continuasse iria dar uma porrada na cara dela. “Ah, mas daí você vai ter que aguentar processo!”. Por quê cargas d’água ela não disse isso pra mim? Além do mais, estas mesmas meninas curtem jogar pipoca nos outros. Como querem respeito desse jeito…?

Essas porras que não sabem se comportar no cinema têm que levar um tirambaço mesmo.

Deixei essa imagem aqui pra melhorar o ambiente. Enfim, a seguir um dos textos mais bisonhos feitos por um otaku (com o pseudônimo de Animeticus Otakius, olhem só) nesse ano:
A nova era.
Para chutar o saco de quem ainda acha que animes é coisa para criança:Nuvens de tempestade surgem no horizonte, a inocência imbecil dos pentelhos e pentelhas a sombra negra do caos os ameaça. Uma guerreira bárbara e violenta, munida de suas armas automáticas, voando em seu exoesqueleto a jato, atravessa os campos selvagens em busca de vítimas. Duas lâminas eletrostáticas, uma em cada antebraço, como foices hi-tech, ceifam as cabeças das garotas histéricas e lésbicas que odeiam hentai mas amam yaoi, encharcando o solo com jorros incessantes de sangue saindo dos pescoços recém-decapitados destas, numa poesia sangrenta, um ode à carnificina e ao grotesco. Sexo, violência e heavy metal, eis os ingradientes que fazem dos animes e mangás a expressão máxima da cultura libertária do novo século que se inicia, um ciclo de crueldades, orgias, brutalidades, perversões, blasfêmias e palavrões sem fim. É o Genosaga (misto de Genocyber com Excel Saga) que se anuncia, estendendo suas asas negras e gigantes de corvo sobre o planeta. É a vitória de Sade, Masoch, Crumb e U-jin, os novos apóstolos do movimento libertino-libertário desta nova era. É o prenúncio do fim de todos os moralismos, puritanismos, bom-mocismos e toda forma de cerceamento à liberdade de expressão artística. Saudemos a nova era, com muito anime e mangá violento, pervertido e blasfemo na TV, no vídeo e nas bancas. Sem esquecer as magníficas obras criadas pelos fãs, de igual conteúdo. Que venha o Genosaga ! Com as bênçãos do deus do mangá (e do hentai mangá, para quem não sabe) que deu origem ao mangá que hoje conhecemos.
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Mais uma prova cabal de que anime continua sendo coisa pra criança.

Aline: Lixo

A Rede Globo sempre anda tentando empurrar algumas séries novas pro público nos fins do ano. Dependendo da audiência eles a colocam como série regular, mas talvez se a mesma naufragar eles tornam a exibir uma “parte 2” no final do ano seguinte, como se dissessem: “vamos ver se eles aprovam, agora”. Certamente não acontecerá com “Aline”, série inspirada nas tirinhas politicamente incorretas do cartunista brasileiro Adão Iturrusgarai. “Aline” conta as desventuras duma jovem com seus dois namoradinhos. O que nas tirinhas são situações recheadas de nonsense, piadas eróticas e situações idem que costumam funcionar numa boa, a adaptação da série não consegue desferir a mesma “pegada” que no papel: a parada já começou a dar sinais de que daria errado por ser…uma série da Globo! Talvez, só a MTV poderia transfigurar para o live action de maneira mais ou menos convincente. Maria Flor pegou o principal. Apesar de ser uma patcha gostosa, não convenceu. E nem digo pelas escassas semelhanças físicas com a personagem do quadrinho: a Aline global só tem a tatuagem de coração da original, os cabelos são negros e curtos (enquanto que a “de lá” são ruivos). Segundo quesito é a interpretação: tanto ela quanto Pedro Nechling e Bernardo Marinho (seus dois namorados) não convencem. Maria Flor parece que está com um script invisível o tempo todo, sua atuação é mecânica, tentando alternar o sotaque paulistano (feito para a série) com seu natural carioca, tipo o da Camila Pitanga na novela “Belíssima” (2005), que também se passava em Sampa. Nechling é uma negação na maneira de emular o sotaque paulistano enquanto Bernardo mostrou-se o mais esforçado do trio, provou-se o mais à vontade em cena.

As piadas são sem graças e MUITO previsíveis. O psiquiatra de Aline pergunta qual é sua média de sexo e ela já desce uma piadinha nível Allan Sieber. Quando ela faz a mesma pergunta para o profissional, ele manda algo que até minha avó sabia: “minha média de sexo é 3 vezes…por ano”. Vá tomar no cu. Os diálogos são tão manjados quanto as piadas. A trilha sonora foi inserida de um modo que deixa as coisas mais forçadas ainda, culminando com a dancinha no parque ao som de “Alala” do Cansei de Ser Sexy (ou CSS, como são chamados na gringa). Logo após, “You Know Im No Good” da Amy Winehouse. Porra, mandaram alguma música dos Klaxons ou Arctic Monkeys, também? Apareceram os indies da Vila Madalena? Apareceu o Outs, A Torre? O Miranda fez uma ponta?

A única coisa boa do piloto foi a bundinha da Maria Flor. Certo que eu comeria, tu não? Desde os tempos de “Malhação” que ela merece uma conferida…

Tudo calcado na “pau no coolzice”, para agradar quem anda de tênis All Star, Vans, lê a NME e que coloca frases em inglês em seu perfil do Orkut. Os homens que curtem coisas “artê” e que gostam de dar o cuzinho. As mulheres chatas pra caralho e levemente acima do peso ideal (ou abaixo). Certamente não iria agradar o grande público. E por isto mesmo que não passará do episódio piloto.

Assista por sua conta e risco.