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Chega de falar inglês nessa merda, até porque quem realmente precisa ler meu “Ingrish” está em outro tipo de mídia. Estive pensando aqui, não tem muita coisa a dizer nesse blog. Lembro que iria fazer umas matérias sobre o Rio Antigo (munido de máquina fotográfica e tudo mais), disposto a dar uma passada nos locais mais bucólicos do centro daquela cidade (já que o Rio de Janeiro de fato começou no Centro e permaneceu um bom tempo por lá), mas a preguiça veio e me jogou no chão. Ou melhor, na cadeira. Na cama, sei lá, escolhe aí. Tem muita coisa pra dizer e comentar sobre os acontecimentos mundo afora, mas o problema é que não consigo me importar o suficiente pra comentar aqui. Sinto até que o layout atual do blog contribui pra esse “branco” na mente, mas não quero passar pela frescura de ter que trocar de novo. Vou deixar este. Essa…ahn…crise de assuntos a colocar no blog é absolutamente normal. Não sou mais o extremamente passional e desabafante de anos atrás (“Meu querido diário”) e nem sou mais o metido a moderno de muito pouco tempo. Ou sou?

Depois que fui carregado comecei a me sentir mais lerdo e deixando de me importar com as coisas. Até os beijos e abraços na parceira estão insípidos, mas acabo fazendo minha parte porque não quero perdê-la. Juntei todos os miguxinhos em uma redoma, dizendo em alto e bom som que eram suficientes e que não precisava de mais ninguém. Mentira, porra. Como poderia dizer isso se eles próprios não estão fazendo o trabalho de casa, me deixando ainda mais recluso, uma espécie de Michael Jackson (sem a grana)? Ok, está na hora de pegar minha prancheta aqui pra estipular um esquema de “posse” de 3 crianças. Serão minha Paris Michael, meus Prince Michael I e Prince Michael II. A guria terá a obrigação de abrigar olhos azuis reluzentes e os moleques, olhos enormes castanhos e cabelos longos. Haha…não achei graça nisso.

Outra coisa é que tive de me aproximar dessa modinha de bosta chamada Twitter. Não obstante ser altamente fútil e direta, tem um retorno bem mais rápido que ferramentas mais elaboradas, como Porkut e Facebook. Nenhum brasileiro entra no Facebook. No Myspace você só encontra os descoladinhos da Vila Madalena, com seus pisantes Converse All Star, arrogância gritante e ausência total de sentimentos. No Porkut, os favelados (se bem que já fui um), as gurias que sempre fazem biquinhos nas fotos (pergunte o motivo). E o Facebook? O Twitter é bão pelo contato direto com os artistas, prestando apenas para isso e para postar notícias IMPORTANTES, não coisas como “hoje eu fiz uma tatuagem do lado de dentro do imbigo (sic)”. Fico surpreso pelos brasileiros ainda não terem transformado o Twitter em bosta, até agora só duas coisas foram dignas de pena e risos na ferramenta: a aula de civismo necessariamente ríspida do Ashton Kutcher para os 3 patetas (Marcos Mion, Bruno Gagliasso e Junior Lima) e o surto da Xuxa contra fãs que insistiam em corrigir seu portuga e o de sua filha. Preciso dizer que ri bastante com isso.

Não, não ri. Na verdade, eu não rio. Sério. Costumo soltar uns “hunc, hunc”, mas não dou aquele “ahaha” ou “hehehe” básicos, não consigo.

Vou ter que resolver essa coisa das fotos pelo Centro carioca. Quem sabe isso não esteja arrumado antes do final do ano? Mas primeiro, eu preciso achar meu cérebro por aí, ele tem de ser achado especialmente porque o ponto alto dos estudos chega em outubro…

Coisa séria, esse desleixo todo. Tô me sentindo mais fechado que nunca. Se tivesse grana, já faria uma Neverland e nunca sairia de lá…mesmo querendo sair.

Influenza A

Gripe A H1N1 me faz rir. Muito.

Esse pânico ridículo exalado pela população são motivos suficientes para rir e rir. E gargalhar. Agora, misture o pânico com a ignorância.

Obrigado, gente.

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Influenza A H1N1 makes me laugh. Much.

This ridiculous panic exhaled by the population are enough reasons to laugh and laugh. And laugh. Now, mix the panic with ignorance.

Thanks, guys.

Idol

Achei que verificar o comportamento dos seres humanos (eu incluso, claro) era perda de tempo, mas no momento é algo tão irresistível de estudar que acabo compartilhando com outras pessoas. Tanto eu quanto os outros temos um jeito, um modo particular (ou não) de agir e de pensar. Pensei sobre a necessidade que as pessoas tinham em procurar ídolos de carne e osso e venerar seus passos – desde os mais inúteis, como “Priscila fez uma tatuagem no interior do umbigo” – até as que realmente prestam, que são poucas. Assunto de tablóides (estamos no Brasil, obviamente teríamos tablóides, eles fazem muito sucesso). Normalmente sou alheio às prostitutas que ingressam em reality shows (o Big Brother irá para a décima edição)e conseguem seus 15, 20, 100 minutos de fama. No último BBB um artista plástico, Maximiliano, embolsou 1 milhão. Dentro da casa teve um “romance” com uma mulher caipira, Francine – embora seja universitária, não sabia pronunciar certas palavras (para você ver o nível dos estudantes deste país). O mesmo Max “trocou as palavras” em um dos diálgos, dizendo “meu namorado”. Trocou rapidamente para “minha namorada”. O estrago já estava feito. Meses após o término do BBB, o casal se desfez, segundo Francine: “Max não me pegou de jeito o suficiente”. Mentira. Casal de mentira, desde o início. E mesmo assim são adorados (especialmente pelas adolescentes classe média-baixa).

Admirar personalidades (por mais inúteis e fabricadas que sejam)é uma necessidade dos humanos, algo “normal”. Mas por quê adoram, se a grande maioria dos que recebem este amor são imprestáveis (especialmente os de reality shows)? Eu também me encaixo na categoria de “adorador”: Allison Harvard e Hannah Murray. A primeira arrebatou o segundo lugar do American Next Model (Tyra Banks escolheu a campeã certamente por serem negras e por declarações “bizarras” anteriores feitas por Allison, como o gosto por sangue). Allison foi adorada por um sem-número de nerds do site 4chan (eu incluso), apaixonados por seu jeito esquisito. Hannah Murray atuou na série teen inglesa “Skins” (e melhor de todos os tempos) como a anoréxica e levemente desequilibrada Cassie Ainsworth. Ambas são tão inúteis quanto os Big Brothers. Minha adoração é semelhante à cultivada pelas adolescentes apaixonadas por Maximiliano.

Então, do que estou reclamando?

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I thought to check the behavior of human beings (me included, of course) was loss of time, but at the moment is to study something so irresistible that I share with others. As far as the others I have a way, a particular way (or not) to act and think. I thought about the need that people had to seek idols of flesh and blood and honor your steps – from the most useless, like “Priscilla has a tattoo inside the navel” – even those that actually provide, which are few. Subject to tabloids (we are in Brazil, of course we tabloids, they are very successful). I am usually unrelated to prostitutes who enter into reality shows (the Big Brother will go to the tenth edition) and to its 15, 20, 100 minutes of fame. BBB in the last one plastic, Maximiliano, pocket 1 million. Inside the house had a “romance” with a rustic woman, Francine – although university, did not pronounce certain words (you see the level of students in this country). Same Max “changed the words” in one of diálgos, saying “my boyfriend.” Changed quickly to “my girlfriend”. The damage was already done. Months after the BBB, the couple is apart, according to Francine: “I took Max for good enough.” Bullshit. Couple of lies from the beginning. And there are loved (especially by low-middle class adolescents).

Surprising personalities (most of which are manufactured and useless) is a human need for something “normal.” But why worship, where the vast majority of those who receive this love are worthless (especially for reality shows)? I myself fit into the category of “adorer” Harvard Allison and Hannah Murray. The first snatched the second place of the Next American Model (Tyra Banks certainly chose a champion for being black and by statements “bizarre” by former Allison, as the taste for blood). Allison was adored by a number of non-site 4chan nerds (me included), in love with your way weird. Hannah Murray served in the British teen series “Skins” (and best of all time) and the anorexic and slightly unbalanced Cassie Ainsworth. They are as useless as the Big Brothers. My worship is similar to that cultivated by passionate teens by Maximiliano.

Adeus.
Gostaram do novo template? Foi o melhor que consegui, após quase 3 horas vasculhando sites. Por ser burro, fiz upload de alguns templates que retiraram meu antigo contador, o que me fez entrar em rage, ofendendo deus e o mundo (embora não seja um blog popular os milhares de visitantes tinham seu valor). O pior não aconteceu, mas fiquei “feliz” por ter um template bacana. Ainda não consegui obter um bom mp3 que encaixe no espaço proposto, em questão de tempo resolvo isto.
Minha intenção não é transformar este blog em um blog de mulheres nuas, preciso de mais texto. O espaço precisa ser mais útil
Aguardem novidades.
Olá.

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Goodbye.
Liked the new template? It was the best I could do, after almost 3 hours search sites. Being stupid, I did upload a few templates that removed my old meter, which made me into rage, offending God and the world (although not a popular blog the thousands of visitors had their value). The worst has not happened, but I was “happy” to have a nice template. Still can not get a good mp3 to fit in the space proposed in time to fix this issue.
My intention is not to turn this blog into a blog of naked women, I need more text. The space needs to be more useful.
Await news.

Hello.

Bad English…