Blackout Again!

Por um lado:

Problema em Itaipu causa apagão em 10 Estados do País

Um apagão atingiu, na noite desta terça-feira, pelo menos os Estados do Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e São Paulo, além do Distrito Federal. Segundo o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, o problema ocorreu na hidrelétrica de Itaipu devido a uma falha das linhas abastecidas por Furnas. Com 20 unidades geradoras e 14 mil megawatts de potência instalada, a usina binacional de Itaipu fornece 19,3% da energia consumida no Brasil e abastece 87,3% do consumo paraguaio.

De acordo com o Operador Nacional do Sistema (ONS), cerca de 17 mil megawatts de potência – o equivalente a toda a energia necessária para o Estado de São Paulo – foram perdidos com a pane, o que impossibilitou o fornecimento para as demais regiões.

Rio de Janeiro

Diversos bairros da capital fluminense ficaram sem luz. O Corpo de Bombeiros do Estado informou ter recebido chamados de pessoas presas em elevadores, mas não soube precisar quantas. O governador do Estado, Sergio Cabral, determinou que a segurança fosse reforçada por causa da falta de energia.

Os serviços de trens e metrô foram encerrados com o apagão. Os ônibus ficaram lotados e a disputa por um táxi foi acirrada nas ruas. Celulares e telefones fixos ficaram mudos em parte da cidade, principalmente nas zonas norte e sul. Até mesmo o Cristo Redentor ficou às escuras.

Segundo a Cedae, o sistema de abastecimento de água em sua área foi comprometido com a falta de luz. Os sistemas Guandu (90% da Capital e Baixada) e Imunana Laranjal (Niterói, São Gonçalo, Magé, Paquetá e Itaboraí) podem levar até o fim de semana para serem normalizados.

São Paulo

Vários bairros da capital paulista ficaram sem luz, a avenida Paulista está às escuras e o blecaute atinge também a região do ABC. Por volta da 0h25, a energia foi restabelecida em parte da zona leste da capital paulista. O problema começou a ser resolvido no ABC à 0h e no interior, à 1h.

Em São Paulo, as estações de Metrô ficaram fechadas. Na Vila Mariana, na zona sul da cidade, muitas pessoas foram para as ruas para aguardar o restabelecimento de energia. Homens da Companhia de Engenharia de Tráfego foram enviados às ruas para orientar os motoristas.

Entre 11h50 e 0h05, algumas das principais vias do Grande ABC, como a avenida Goiás, em São Caetano, Dom Pedro II, em Santo André, e Pereira Barreto, em São Bernardo do Campo, estavam completamente às escuras. Os pontos de ônibus nessas mesmas vias estavam cheios.

Mato Grosso

Em Cuiabá, o centro da cidade ficou completamente apagado por cerca de 15 minutos. A Cemat, que administra a energia elétrica em Mato Grosso, confirmou que o problema ocorreu na saída da energia da hidrelétrica de Itaipu e atingiu 25% da carga do Estado. A energia já foi reestabelecida.

Minas Gerais

A Companhia de Energia Elétrica de Minas Gerais (Cemig) informou que alimentadores em cidades do interior do Estado deixaram de fornecer energia elétrica por volta das 17h, após fortes chuvas. A companhia disse que não houve blecaute na capital, Belo Horizonte, porém não soube informar em que cidades ou regiões houve falta de luz. A energia, segundo a empresa, já começou a ser reestabelecida.

Mato Grosso do Sul

A cidade de Campo Grande também ficou sem energia elétrica. Em várias partes do Mato Grosso do Sul, somente hospitais e outros locais com gerador funcionam. As ruas ficaram sem luz e até mesmo a Santa Casa da capital sul-matogrossense enfrentou problemas, já que os geradores foram reservados para alas de emergência e ao Centro de Tratamento Intensivo (CTI). Por volta da 0h30, a energia foi restabelecida.

A Enersul, que atende 73 das 78 cidades de Mato Grosso do Sul, afirmou que o apagão atingiu 70 municípios. A luz voltou em todas as cidades.

Rio Grande do Sul

No Rio Grande do Sul, a AES Sul registrou falta de energia em cidades da região metropolitana de Porto Alegre. Segundo a concessionária, 70 mil casas ficaram sem energia em Sapucaia do Sul e São Leopoldo por cinco minutos. As outras empresas que administram energia elétrica não registraram problemas.

http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI4094129-EI8139,00-Apagao+atinge+SP+MG+MT+Rio+e+GO.html

Do outro lado…

Rede americana diz que apagão no Brasil foi causado por hackers

Os dois apagões elétricos que afetaram milhões de brasileiros em 2005 e 2007 foram causados por ataques de hackers contra os sistemas de controle da rede de fornecimento, informou neste domingo a rede de televisão americana CBC. O programa “60 Minutes” indicou que o apagão de 2007 no Espírito Santo, que prejudicou mais de três milhões de pessoas, e o apagão de 2005 no Rio de Janeiro foram causados por hackers.

O programa revela informações colhidas em uma investigação sobre a ameaça de ataques virtuais nos Estados Unidos. O ex-chefe da inteligência americana Mike McConnell declarou ao “60 Minutes” que acredita na possibilidade de um ataque semelhante nos Estados Unidos.

Se um grupo de hackers conseguir se inflitrar no sistema elétrico americano, “os Estados Unidos não estarão preparados para enfrentar semelhante ataque”, estimou.

Apenas em 2009, os sites da Casa Branca, do Departamento de Estado e do Pentágono já foram alvo de hackers, em meio a suspeitas de que a Coreia do Norte fosse um dos responsáveis.

A Coreia do Sul e os EUA fecharam em maio um acordo de cooperação para combater ataques virtuais contra seus sistemas de defesa.

Jim Lewis, diretor do Center for Strategic and International Studies, disse ao “60 Minutes” que a segurança virtual dos Estados Unidos tem sido atacada a partir de outros países com frequência nos últimos anos, incluindo o comando das guerras no Afeganistão e no Iraque.

http://www.dgabc.com.br/default.asp?pt=secao&pg=detalhe&c=7&id=5776896&titulo=Rede+americana+diz+que+apagao+no+Brasil+foi+causado+por+hackers

Ah, mais um…

Ministro nega que “ataque” hacker possa ter causado apagão

O ministro das Minas e Energia, Edison Lobão, negou que o apagão que atingiu parte do Brasil e o Paraguai na noite desta terça-feira tenha sido causado por um hacker. No último domingo (8), o programa “60 minutes”, da rede americana CBS, exibiu uma reportagem dizendo que dois apagões nos últimos quatro anos no Brasil foram causados por ataques de hackers a os sistemas de controle do sistema energético brasileiro.

O questionamento ao ministro foi feito por repórteres, quando ele explicava as circunstâncias do blecaute desta terça-feira, cujas causas exatas ainda são desconhecidas. Segundo Lobão, problemas atmosféricos podem ter sido a causa do apagão. O diretor-geral brasileiro da Itaipu Binacional disse que foi a primeira vez que a usina foi desligada completamente.

Segundo o programa da CBS, exibido no último domingo, há informações de que o apagão de 2007 no Estado do Espírito Santo, que afetou mais de três milhões de pessoas, e um incidente menor no Rio de Janeiro, em 2005, tenham sido causados por hackers.

O programa forneceu as informações durante uma reportagem sobre a ameaça de ataques cibernéticos contra os Estados Unidos.

O ex-chefe de inteligência Mike McConnell disse ao programa considerar um ataque similar iminente nos EUA.

Segundo a reportagem da CBS, quatro meses depois de assumir o cargo, o presidente americano, Barack Obama, afirmou que a infraestrutura digital dos EUA era um ativo estratégico e confirmou que a guerra cibernética tinha ido além da teoria.

“Nós sabemos que os invasores cibernéticos têm sondado a nossa rede elétrica, e que em outros países ataques cibernéticos colocaram cidades inteiras no escuro”, disse Obama, sem citar onde os ataques teriam acontecido.

Mas a rede, citando fontes da inteligência militar e de segurança privada, informou que o país citado era o Brasil, nos apagões de janeiro 2005, ao norte do Rio de Janeiro, e de setembro de 2007 no Espírito Santo.

Enquanto as causas do apagão mais recente são apuradas, Itaipu Binacional divulgou uma nota na madrugada desta quarta-feira tirando da usina a responsabilidade pelo início do problema.

“A causa do blecaute não teve origem na usina de Itaipu. A hipótese mais provável é que tenha havido algum acidente que afetou um ou mais pontos do sistema de transmissão, inclusive o de Furnas, responsável por levar a energia de Itaipu para o Sul e Sudeste, acidente este que provocou outros, fenômeno que se costuma chamar de efeito dominó”, diz a nota.

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Este apagão recordou o que o Brasil sofreu em 2001 (ainda na gestão Fernando Henrique Cardoso). Antes de sermos agraciados com este novo passamos por uma onda de calor por 1 semana, seguida duma falta d’água por 3 dias consecutivos (imagine ficar 3 dias sem tomar banho). O clima deu uma trégua no inferno que estava, choveu bastante ontem e logo após veio a queda de energia. Me pergunto por quê o Rio de Janeiro foi o estado mais afetado nessa questão. Lembro que a Dilma Rousseff (futura presidenciável) disse enquanto ministra de Minas e Energia que o país não passaria por este problema novamente. A Cedae (a principal companhia de distribuição de água fluminense) pediu para economizar água por 72 horas, já que a queda de energia afetou o sistema.

Há pouco tempo atrás o doido de pedra Hugo Chávez ordenou que os venezuelanos gastem apenas 3 minutos no banho. Não sou esquerdista, mas nessa ocasião ele não é tão doido assim.

E o que os jovens pensam sobre isso? Resposta de um sujeitinho de nick “XuH”: “Chuck Norris deu um round house kick na hidroeletrica (y)”

Ah, Brasil…

Inveja e criatividade


Eu nunca imaginei que pudesse obter o sentimento de inveja tão cedo. Digo, não tão cedo e o tipo de inveja não é aquela ruim a ponto de praguejar contra uma pessoa, contra umas pessoas, etc. É o que a tal Mariana Ximenes diz no comercial do batom, “inveja boa”. É isso, eu tenho uma inveja boa. Bom, ela não é assim tão boa, pois me faz lamentar a minha falta de talento para com algumas coisas. Quer que eu passe a bola logo de uma vez? Beleza, chega de ficar enrolando, tremenda coisa de viado esse hábito de encher linguiça, mas quem curte ler simpatiza…ou não.

Seguinte, como vocês sabem estou escrevendo a porra de um livro há uns 2 anos desde que comecei a ter a primeira idéia sobre ele. A premissa mudou bastante de uns tempos pra cá, pois nos primórdios eu era apenas um moleque juvenil que não acertava de maneira alguma a transposição dos pensamentos loucos e imaginações perturbadoras (ih…) de dentro da minha cachola pro papel ou pra tela do computador. Como disse antes, não adianta ter ótimas idéias se não tem a capacidade de organizá-las, deixá-las em fila e utilizá-las de maneira coerente, a ponto de não deixá-la misturar, virar aquele guisado, maçaroca do caralho que nos faz esquecer de coisinhas aparentemente tolas e insignificantes, como por exemplo, esquecer que a professorinha ruiva apaixonada pelo indiano Sidney se chama Leda e que a zeladora do colégio liberal na qual exerce a profissão se chama Edite. Isso é fácil de memorizar, mas esqueci algumas coisas e me veio a decisão de recomeçar o livro novamente. Tal decisão tornou-se mais do que certa agora que estou vendo o “Medo e Delírio em Las Vegas” (pica relatada, tal qual aquele fórum de imageboards que frequento), dirigido pelo Terry Gilliam (do Monty Python, odeio esses caras) e estrelado pelo Johnny Depp, que simplesmente não consegue fazer personagens normais. Os que são normais acabam sendo loucos, como o jornalista Hunter S. Thompson que ele interpreta na película. Thompson é conhecido pelo jornalismo gonzo, mais ou menos o hábito de entrar “dentro” da reportagem, de participar da ação. Normal até aí, mas ele costumava encher o cu de entorpecentes (ficando LOKS DI DROGYS obviamente) e bebida. O filme é maravilhoso pelo Depp, incorporado no personagem como só ele (mentira) consegue fazer e pelos diálogos instigantes. Seu advogado igualmente doidão vivido pelo Benicio DelToro também está ótimo, vocês precisam ver a sequência em que ele pede pro Depp jogar o rádio na banheira que está durante tal música. O rádio precisa ser jogado dentro no auge da música. Os surtos são legais, as maluquices são legais e acabei sorrindo e rindo pra caralho como nunca diante um filme, olhe que ultimamente estou sorrindo demais, sorrindo para as crianças e mulheres na rua, dando aquele “tchauzinho” básico que acaba se tornando um “oizinho” para a deficiente mental próxima à minha rua. Mas, o que a bosta da inveja tem a ver com isso tudo?

Tenho inveja da criatividade alheia. Não da criatividade simples, mas da suposta criatividade obtida em trips, em drogas, bebidas e qualquer outra coisa que o valha. Pelo que sei até hoje ninguém confirmou se a pessoa escreve, filma bem se estiver entorpecida, embriagada, etc., mas algumas obras-primas são conhecidas por terem sido concebidas pelo estado mental “esquisito” de seus autores. Estaria eu subestimando a capacidade dos caras, seu talento e o caralho à quatro? Eles poderiam construir uma obra prima de tal magnitude se estivessem sóbrios, limpos? Não sei. Eu já fui extremamente criativo quando criança e adolescente. Não tinha nada pra fazer em casa, inventava brincadeiras, inventava até minhas crenças, brincava de lutinha e aperfeiçoava minhas habilidades marciais (qualquer um pode fazer isso,oras), enquanto 2 ou 3 fantasminhas camaradas me chamavam de “maluco” por fazer um solo de karatê, kung fu, boxe, capoeira e taekwondo. Qualquer coisa que você fizer hoje em dia pode ser suficiente pra ser chamado de “maluco”, as pessoas estão acostumadas a lidar com o “normal” e não com “anomalias”, mas o que significa exatamente o “normal”? Ok, não vou desvirtuar o assunto…

Eu vejo essa cambada que faz livros maravilhosos (na minha opinião, não dos outros) e penso que só poderia chegar a este nível sob efeito dum Lsd, cachaça ou merda de vaca. Vou dar um exemplo bem simples: JK Rowling. “Harry Potter and the Half-Blood Prince” é o melhor livro da série, apesar dos detalhes serem bastante simples foram extremamente bem executados. Muita, mas MUITA coisa ficou de fora na versão filmada, fazendo a película uma das 3 mais frustrantes do ano – as demais foram X-men Origins Wolverine e a outra ainda virá. A mulher, muito bonita, tirou a sorte grande e é bilionária. Utilizou de coisas simples para dar segmento aos livros e venceu. Eu estou colocando coisas ditas “complexas” e possivelmente se for publicado não será elogiado e reconhecido como se deve. Eu tenho um roteiro bão em mãos, mas me perco e observando outras mídias quero acrescentar mais coisas, inspirado nas idéias alheias. Não, não chupinho. O máximo que faço em matéria de chupinhação é se inspirar em tal atriz para compor uma personagem. No caso da guria Bonnie Silvestre – filha do protagonista Sidney – inspirei-me na atriz Bonnie Wright, de Harry Potter. Você deve pensar que, só porque sou fã de Harry Potter as probabilidades do livro serem uma merda são altas. Compreendo perfeitamente. Então, eu quero ter essa criatividade, mas de forma natural. Até tenho alguns gomos nas mãos, mas é necessário utilizá-los de uma forma boa e trabalhar a memória para que eu não esqueça de coisas simples.

Vou tomar um banho porque tá calor pra caralho, dá licença.

Aniversário…e daí?

Sim, mas não sei o que comemorar. Na verdade a comemoração começará amanhã, então hoje seria o “aquecimento” fazendo as mesmas coisas de sempre: escrevendo, tentando dormir e escrevendo. Não consigo dormir por muito tempo, acordo 6 da manhã e durmo meia-noite, minha alimentação é bastante irregular desde 2003 (óbvio que o corpo já se acostumou), mas o aniversário em si não me preocupa tanto assim. O que me preocupa é o fato de não conseguir concluir meu livro. Desde 2008 estou prometendo isso, já comecei, recomecei uma porrada de vezes, e isso porque sou perfeccionista. A história é bem idiota, apesar de inusitada: 3 pessoas de nacionalidades diferentes, mas parentes (se enésimo grau) tentam achar a cura de uma doença cara que acomete apenas sua família. No fim do século XIX o clâ foi afetado pelo sangue de uma criatura mitológica, o Rokurokubi, misturado no arroz vermelho que eles cultivavam e comiam. Como a história se passa nos tempos atuais, fica complicado enfiar uma criatura que nunca existiu na história, mas essa não é a única das doideiras do livro. A cidade apresentada na trama na maioria das vezes é o Rio de Janeiro, mas um Rio um tanto anacrônico: bondes são o transporte público principal, o Aterro do Flamengo não existe, o morro do Castelo ainda se preserva firme e forte na região do Centro, indígenas povoam parte da Zona Rural carioca e interior do estado, charretes, carros pouco a pouco são difundidos ao mesmo tempo em que o povo dispôe de aparelhos tecnológicos (computador, IPod, televisão à cabo, telefone celular), junta isso com um prefeito gay (nada contra quem curte dar ré no quibe) acostumado a mudar tudo o que não gosta e voilá. Se eu escrevesse sem me preocupar com nada já teria terminado, está previsto para ter 300 páginas. Mudo o tempo todo por conta da vergonha alheia que percebo após escrever: palavras e frases repetidas (do tipo: “Certo que…”), personagens mal explorados (como Elizabeth, a gótica que foi melhor trabalhada), entre outras coisas. Não dá pra escrever um livro de qualquer jeito. Lembro que quando comecei a tornar esse desejo realidade eu morava no Rio e desprovido de recursos fui, ingenuinamente, à Prefeitura buscar patrocínio. Muito enrola enrola para uma resposta que eu já previa. Terminei e me escorei na Editora Rocco (conhecida por publicar Harry Potter), meu livro tava uma merda, cheguei naquele ambiente refrigerado “suado de obra” – na época eu não percebia estes erros – e meses depois recebi uma carta dizendo que não poderiam me publicar “apesar das aparentes qualidades”. Sinceramente, acho que não teve qualidade alguma. Não sabia escrever mesmo e cometia um erro atrás do outro, as histórias eram superficiais, algumas embebidas em boas idéias, mas mal executadas. Não adianta você tentar pôr uma história de um pai de família que tem o dom de virar menina quando quiser (e ele usa especificamente para tirar vantagem alheia), estipular mais ou menos o número de páginas e já dissecar tudo na página 30, ou então inventar histórias paralelas que se envolvam tanto a ponto de deixar a “primal” em segundo plano, entre outras coisas. Já comecei errando ao fazer uma historinha de bosta, depois só ladeira abaixo, sem contar que só a idéia de proporcionar uma leitura falha a quem compra/pega emprestado é péssima. Não quero ser reconhecido como um péssimo escritor, ninguém quer, por isso mesmo que estou mudando constantemente até alcançar a “perfeição”. “Ora, mas se chegar à ‘sua’ perfeição não quer dizer que quem ler achará grandes coisas”, poderiam dizer. É claro, mas precisa passar pelo meu crivo, porra!