DE NOVO, VASQUINHO?

PARABÉNS, VASQUINHO! PARABÉNS, VICES ETERNOS!

Ok, chegamos ao fim da Taça Guanabara, o primeiro turno do Campeonato Carioca (o segundo é a Taça Rio). O Flamengo perdeu de 2 x 1 do Botafogo e este último chegou à final enquanto o Vasco da Gama esperava na maior, pois tinha vencido o Fluminense na Semifinal). Daí, obviamente, os flamenguistas resolveram fazer uma campanha pró-Fogão, pois o Vascuzinho é nosso maior rival e sempre gostamos de vê-lo se foder e de ampliar ainda mais sua alcunha de “Vice Eterno”. Vai que no jogo de hoje (bem apertado no primeiro tempo) o Vasquinho perde de 2 x 1 do Glorioso. O jogo inclusive serviu para travar uma revanche, pois o Vasco tinha vencido o Bota de 6 x 1 há uns jogos atrás.

Com o bicampeonato do Botafogo, consolida a boa idéia da contratação do uruguaio “Loco” Abreu e da inclusão de Joel Santana, um dos MAGOS do futebol brasileiro, que tirou o Botafogo da merda e o colocou onde está no momento.

Parabéns, Joel. Parabéns, “Loco” Abreu. Parabéns, Botafogo.

Mas, um adendo…

PARABÉNS, VASQUINHO! VICE ETERNO! SERÃO VICES ATÉ O CU FAZER BICO! A COR QUE PREDOMINA É O AMARELO, TIME FRACASSADO!

Deve ser por isso que têm uma camisa de faixa amarela

Carnaval 2010


Acabou? Acabou. Dizem por aí que quando o Carnaval acaba o ano começa. Por incrível que pareça é a verdade, infelizmente. Durante a festa da carne somos “presenteados” com um bocado de dias de folga, onde normalmente aquelas pessoas que apenas trabalham para sustentar seus churrasquinhos e pagodes de fins de semana (não tenho nada contra, até porque, não sai do meu bolso) se misturam com os demais foliões. Está no sangue do povo brasileiro essa característica festiva que acaba influenciando a personalidade da pessoa como um todo. Não colocarei aqui o fato de todos sermos latinos, pois os franceses e italianos – que também são latinos – são povos maiss “fortes” e portadores de honra, pelo menos mais que boa parte dos países da América do Sul, algo que os brasileiros não têm, se esqueceram totalmente. Embalados neste pensamento, “nós” somos altamente permissivos, malandros, dispostos a querer levar vantagem em qualquer situação, dependentes, fracos e tremendamente emocionais. Sabe-se lá porquê, apesar de tudo, não temos uma situação tão alarmante em todos os sentidos possíveis e inimagináveis quanto a maioria dos países do continente (talvez, apenas o Chile esteja em situação favorável). Nos entorpecemos com milhares de festas todo o ano, entre feriados nacionais e municipais, feriados religiosos como o Dia de São Jorge (feito por um político matador petista da Zona Oeste carioca), na qual afetam pessoas nas quais não são adeptas do catolicismo e do candomblé. Quase todos abraçam estas situações com alegria, são telespectadores assíduos dos reality shows que têm de engolir ano após anos, adoradores de celebridades instantâneas, etc. Motivo de piada, é claro, mas mesmo assim os estrangeiros que aportam aqui têm os brasileiros (em especial, os cariocas) em alta conta.

Teve mudança do governo em relação ao carnaval carioca? O prefeito postiço da cidade do Rio arregaçou as mangas. Sua operação denominada “Choque de Ordem” já vinha agindo há meses no município, demolindo casas e prédios irregulares como na região do Recreio dos Bandeirantes, área semi-alagadica e com vegetação de restinga, entre outras metas. Antes, famílias construíam casas em qualquer local, sequer pensavam sobre possíveis danos ao mei0-ambiente, ou se pensavam, ignoravam. “Ah, eu moro aqui há mais de 30 anos e nunca tive problemas, como esse pessoal que mal chegou à prefeitura quer me colocar para fora de casa?”, qualquer um lesado poderia perguntar. Há exageros na operação, incluindo na prisão dos mais de 300 mijões presos durante as festividades. Entre eles, estrangeiros. Instalaram um número pequeno de banheiros químicos na cidade, insuficientes para as milhões de pessoas. Além disto, pouco adiantou a adoção do miquitório químico estilo holandês apelidado de “4 por 1”, que provocou certa polêmica. Apesar de ser mais prático que o banheiro químico normal (podendo ser utilizado por 4 pessoas de uma vez), tem pouca privacidade, fora a ausência de torneiras para lavar as mãos. E o espaço é pequeno, agindo como um involuntário “exclusor de gordinhos”.

Só isso de polêmica? Nah.

A escola de samba Viradouro supera os limites do ridículo e me coloca uma criança para fazer as vezes de Rainha de Bateria. Júlia Lira tem apenas 7 anos de idade e já neste carnaval ficou à frente (e à sério) da bateria de uma escola de samba do Grupo Especial, considerada a elite das escolas de samba do Rio de Janeiro.

Sempre achei que o Carnaval em si dá um mau exemplo às crianças pelos motivos exaustivamente apresentados. Com seu “talento” precoce para o samba, Júlia Lira é mais uma petiza a expor sua “sensualidade” (a primeira tinha sido Raissa de Oliveira, da Beija Flor, que inclusive deu seu sinal positivo para a estreia da menina), tão cedo, absurdamente cedo. Crianças de 7 anos não deveriam estar pegando ocupações de geralmente se aplicam à mulheres, até porque rainhas de bateria são conhecidas pela sensualidade. Deveriam estar brincando em um bloco de rua, como normalmente fazem. O que a Viradouro queria mostrar com isso, afinal de contas? Provavelmente, isto foi crucial para os juízes para promover a escola ao rebaixamento, amargando o Grupo A em 2011. Se foderam, merecidamente. Sabe-se lá porquê isto funcionou na escola de samba Beija Flor de Nilópolis, quando colocaram Raíssa, que na época, tinha apenas alguns anos a mais que esta garota.

O que tem mais para falar? Madonna & Jesus Luz no carnaval carioca? Paris Hilton? Meu, aqui não é site de fofoca.

Vampire Girl vs. Frankenstein Girl

Eis um dos filmes mais esperados do ano (bom, pelo menos por mim, que já falei dele por aqui uma vez, infelizmente não consegui achar o post). Dos mesmos produtores de outro clássico do moderno gore japonês “The Machine Girl” (até hoje não consigo achar um arquivo decente para baixar que não tenha aquela dublagem estadunidense medonha) e de “Tokyo Gore Police”, “Vampire Girl vs. Frankenstein Girl” andou pululando em alguns festivais sazunidenses por aí. Inexplicavelmente, até hoje não disponibilizaram para baixar, especialmente em torrents. Obviamente, o filme é bom e pelos dois trailers (o segundo demorou mais de 1 ano para circular) paira sobre toda aquela atmosfera trasheira dos filmes B + porradaria desenfreada. Vejam:

Fora isso, tem o site oficial do filme e o blog igualmente oficial. Não é preciso ser gênio para saber que essa película só seria exibida nos cinemas brasileiros nos Festivais do Rio da vida. Ao menos, seria alguma coisa.

Edit: download do filme (legendado em português)
Parte1 Megaupload
Parte2 Megaupload
Parte3 Megaupload
Parte4 Megaupload
Parte5 Megaupload
Parte6 Megaupload
Parte7 Megaupload

Raíssa [Rainha de Bateria da Beija-Flor de Nilópolis]

Acho difícil que a deliciosa Raíssa Oliveira (passista da escola de samba Beija Flor) irá posar nua futuramente. Aos 20 anos e sendo rainha de bateria desde 2000 (!) até agora raramente é falada em páginas de revistas de fofocas ou jornais. Mantém uma vida sem escândalos e declarações estapafúrdias, pelo menos até recentemente, quando apoiou o ingresso de uma rainha de bateria de 7 anos de idade, Júlia Lira.










Tiê – Sweet Jardim e Ana Cañas – Hein?


A cantora paulistana de pseudônimo Tiê anda fazendo um certo sucesso nos palcos alternativos das grandes cidades (especificamente Rio e São Paulo), complementando os banquinhos e sons de violão com sua voz suave (não é soporífera, seu imbecil), delicada. “Conheci” Tiê ao ser presenteado com 3 CDs com cantoras de MPB semelhantes ao seu estilo musical: Ana Cañas (com o álbum “Hein?”) e Maria Gadu, com seu álbum homônimo. Recebi mais um de Fernanda Takai, vocalista da banda Pato Fu, mas cometi a indelicadeza de me esquecer do nome de seu disco. Pior ainda, não o ouvi. Ao contrário da Tiê (que recentemente gerou uma menina de nome Liz), Ana Cañas esboça um estilo debochado e bem humorado em boa parte das músicas. Tiê namora o clichê em Stranger but mine e se distancia deste em Aula de Francês. Já Ana, me colocou em dúvida. Aquele latido na faixa A menina e o cachorro era dum cachorro mesmo ou o seu? E a Maria Gadu? Ué, todo mundo conhece aquela cantora andrógina que fez sucesso na novela das 9 com seu “Shimbalaiê“, meio Mart’nália mais contida e mais jovem. Cagou no pau quando fez aquela versão mais medonha ainda do “Baba” da Kelly Key…falar mais o quê?

Enfim, aqui estão os links pra dáunlodi dos Cds…

Sweet Jardim
Hein?

e sites oficiais.

Tiê
Ana Cañas