Dilma Rousseff, the New President

Tudo o que podemos fazer agora é dizer “boa sorte” para a candidata eleita, Dilma Vana Rousseff, filha de imigrantes búlgaros que se instalaram no interior do Brasil. Não era o que eu e muita gente queria. Prosseguimos com nossa opinião formada acerca da mulher: não a conhecemos o suficiente para dar um cargo desta magnitude à ela, mas sabemos que quando abraçara a luta armada queria acabar com a ditadura de direita para implantar uma ditadura comunista, além de dizer em uma ocasião que era a favor do aborto e anos depois mudar de idéia, em interesses puramente eleitoreiros.
Dilma vive dizendo que o Brasil terá “a primeira presidente”, sendo que as pessoas de bem não estão se importando com o gênero da pessoa que pegaria a faixa. Tanto faz se é mulher, homem, tanto faz se é negro, branco, azul, amarelo (o país só teve 35 presidentes), as pessoas de bem estavam interessadas em seu histórico e em sua capacidade em governar. Já cometera um erro no ministério de Minas e Energia, ao dizer que o país não sofreria com um apagão (e sofreu ano passado), há pouco tempo, quando era chefe da Casa Civil, deitava sua truculência em cima dos subordinados e adversários. Logo, como poderia se apegar na questão da “primeira mulher presidente”? Como poderia se apegar na feminilidade justamente agora, quando passou a maior parte da vida pública vociferando contra os outros, mostrando ser uma verdadeira linha dura? Qualquer um saberia que uma mulher com o semblante que carregava afastava as pessoas, portanto o presidente Lula fizera uma “transformação” física em sua pupila, tornando-se mais feminina, mais atraente. Parece que ela tem mais de 60 anos? Agora daria até para eu transar com ela!
E durante meses esta maquiagem postou-se na cabeça dos brasileiros, em especial dos portadores da mente pequena, guiados pelo medo de perder o benefício dado pelo governo, pelo medo de perder o líder carismático. Eles não ligam se tal líder é um mau caráter, interesseiro, uma criatura corrupta que já deveria estar presa, se estivéssemos em um país sério. Não estão nem aí. Justamente esta maioria que rege o destino do Brasil. Por isto mesmo, por causa deles que Dilma Vana Rousseff foi eleita.
E agora? Sugeri mudar-me para o Chile. Não o farei, já que não prometi nem nada (mesmo se prometesse…), mas algumas mudanças serão feitas. Enquanto faço as minhas mudanças aguardo a mudança do governo em relação aos problemas do país. O básico: educação, saúde et segurança. O Partido dos Trabalhadores terá mais 4 anos para pintar e bordar no meu país.
A esperança é que no governo Dilma as coisas entrem nos trilhos.
Parabéns.
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