[O Homem de Lata] Capa

É com emoção (mas não muita) que me foi recebida a capa e contracapa do meu romance “O Homem de Lata”, publicada pelo selo Anthology, da editora Multifoco, do Rio de Janeiro. Dei o sinal verde para que fosse feita a impressão, o livro terá quase 380 páginas (eu realmente achei que tivesse menos) e inaugura a minha trajetória como escritor. Bom, “escritor”, porque como foi dito, aqui no Brasil não dá para viver disso. Ao mesmo tempo tratarei sobre a divulgação do livro, e a questão do lançamento foi realmente deixada de lado, mesmo que não seja verdadeiramente necessária a execução dum lançamento, seria até legal se fosse feita. Aqui embaixo está a capa d’O Homem de Lata com a imagem da estação de Vila Inhomirim (cidade de Magé, estado do Rio) sob a Serra da Estrela, já em Petrópolis, cidade onde passa parte da trama.
Inicialmente eu não gostei tanto assim do resultado, queria que o cenário fosse posto cru, como apresentei nas fotos, pois quem mora próximo ao local (ou até quem não mora, mas que conhece) poderia até avistar as casinhas no alto da serra, mas tudo bem. O trabalho na capa e contracapa não ficou porco, ficou legal. Embaixo, temos capa e contracapa, as discrições e biografia foram feitas por mim. Atentem que o “raríííssimas” escrito na contracapa sintetiza a narrativa debochada do livro, mas eu até tinha uma sinopse mais bem feita. Não sei onde essa minha idéia estava nessa hora.


Fui tão, mas tão mesquinho que não tirei foto melhor, hahaha. Mas dá para ver a minha lata, é isso o que importa. Já até pensei em fazer a palhaçada de tirar uma foto estilo vitoriano, mas qualquer referência à antiguidades deste tipo lembram steampunk, que é um lixo, e quem é fã disso tem sérias possibilidades de ser um xarope, se bem que eu sou assim mesmo não sendo fã, heheh! No geral, o resultado ficou passável. A capa, obviamente, dá uma idéia de como é o livro por dentro, por isso que fiz questão de arrumar fotos decentes e condizentes com o tema. “Ah, mas parece que terá sexo e zoação, o que as imagens têm a ver com isso?” Sexo e zoação são secundários, presto uma homenagem às ferrovias abandonadas deste meu Brasil varonil (mais um deboche, hehe), embarcando num assunto que não agrada a todos, especialmente jovens. Tem que ter alguma substância. E como Josef é um maldito saudosista, junta-se a fome com a vontade de comer.

Ah, algumas coisinhas que precisam ser ditas:

1- O romance não segue a Nova Reforma Ortográfica, propositalmente. Odeio essa merda de mudança desnecessária e sempre vou odiar. Em contrapartida, como só houve revisão de minha parte (e não da editora) desde já peço desculpas se rolar alguns errinhos.
2- Já adianto que há uma personagem de nome Sasha Green, aludindo a vocês-sabem-quem, e com a mesma profissão. Bom, eu nem vejo pornografia e nem sou de endeusar atrizes pornôs. “Ah, então por que você colocou uma personagem parecida com a Sasha Grey no livro?” Porque o semblante dela me atrai. Isso não quer dizer que eu precise ver vídeos dela dando mais que chuchu da serra pra estar sabendo sobre ela.
3- Vou investir na divulgação do livro, isso se o meu trabalho permitir. Também tenho de apressar a compra do domínio desde blog, afinal, não são todos que respeitam um site com “blogspot” no meio.

E continuarei falando sobre os cenários!

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