[O Homem de Lata] Cenário Parte 3

Prosseguindo com a descrição de cenários do romance “O Homem de Lata”. Eu ainda estou surpreso por ser um romance de fato, com mais de 380 páginas, quando eu esperava que tivessem 200 e pouca, um tamanho cabível numa novela… felizmente, não é.

Esta é parte da cidade de Santo André, na Grande São Paulo, uma das três cidades que compõem o chamado “ABC paulista”, as demais são São Bernardo e São Caetano do Sul. Bom, esta via é a avenida Industrial, rumo à São Caetano, como fiquei curto tempo passando por ela acabei não me esquecendo deste shopping center, shopping este que o trio de amigas denominado “Trio de Santo André” freqüenta. O protagonista (Josef Lopilato) também aparece aí, meio que à contragosto, já que ele odeia shoppings, enquanto a namorada dele (Graça), uma patricinha fofinha que ele conheceu pela internerd. E também a sua irmã Laya, e Freya, esta última eu teria melhor prazer em explorar, mas no fim das contas ela teve uma participação pequena. Agora não dá mais pra mexer no livro, hehe.

Estes capítulos situados em Santo André, o Josef passa seu grande pico de canalhice. Fora um dos capítulos em que mais tive gosto em escrever, porque é aquela coisa, anti-heróis são bem melhores para “manusear” que heróis, Josef é um imbecil propriamente dito, tudo o que faço é não economizar tanto nas suas besteiras. Isso não quer dizer que ele não mereça um amor de verdade, embora queira porque tem uma filha pra criar e ela precisa duma mãe, alguém que substitua a falecida Yolanda, lourinha maluca fã de quadrinhos que o puto encontrou lá em Armação de Búzios. Também vou falar de Búzios, é que eu estava inseguro quanto à editora inserir ou não o prólogo (passado em Búzios), mostrando como Josef e Yolanda se conheceram.

O Trio de Santo André é a melhor coisa do livro, falarei disso depois. Entre a relação do Josef com as meninas, com cada uma ele exerce uma interação única. Freya é a mais fútil, mas não menos uma personagem deliciosa de mexer. Para quem assiste a série britânica Skins fica bem claro que minha inspiração rolou pela atriz Freya Mavor, mas só a “casca”, a personalidade mostrada na quinta e sexta temporadas da série não tem absolutamente nada a ver com a minha Freya. Enquanto a sua personagem Minerva McGuiness é uma líder dum trio de meninas do colégio Roundview, altiva e arrogante, minha Freya é um pouco mais contida, mas não menos fútil, enquanto a “liderança” (se é que tem) no Trio de Santo André sequer existe. E isso é que é bão!

Olha ela aí embaixo. Fisicamente IGUAL à minha Freya (vamos fingir que não rolou inspiração alguma, hahaha!), cabelos longos e louros, pálida, magra, olhos claros e sardas. Freya Mavor sempre mostrou ser uma menina mais divertida que sua personagem Mini McGuiness, minha Freya também é divertida, e do seu jeito.

A seguir, Armação de Búzios.

Freya Mavor. É, as sardas não apareceram nessa foto.

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