Acertos

Todo mundo sabe do meu descontentamento com o livro “O Homem de Lata”, algo mais pessoal que comercial. Claro que houve aquela alegria sincera ao receber o corpo do livro, quase 400 páginas e tal… mas parou por aí. Então tão tardou para que eu pensasse: “Bom, terei de fazer uma nova versão. Será a versão que vale”, e tomei como obrigação. Mas não farei agora porque tem um monte de coisa pra fazer.

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É, eu não morri.

Não ando postando tanto porque estou apinhado de proje… mentira. São praticamente os mesmos de sempre. Engraçado que passei tanto tempo pensando nisso – lá no trabalho, principalmente –, e agora não me sai quase nada. Ah, eu podia falar sobre meu primeiro livro, o que tanto critiquei, porque se a gente abrir e dar uma lida agora vai se arrepender amargamente, mais uma vez, por tê-lo feito tanto nas coxas. No improviso. Chega disso, né, vocês já entenderam. Como sempre somos tentados a fazer mais uma vez e de forma melhor – ao menos que não subestime a própria capacidade – eu desenterrei uma porrada de ideias, dei uma renovada e penso que, com toda a certeza, senão viáveis. “engolíveis”.

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