Ano Novo?

Eu acredito que hoje em dia, a maior parte dos seres humanos vive condicionada a crer e empurrar a crença do Ano Novo com a barriga para viver melhor, do tipo que realmente precisa, nesta passagem de ano, parar e pensar (muitos não pensam, não se assustem com isso), ver o que fez de mal, onde deve melhorar e como se deve, se ano que vem terá mais uma farsa de Fim do Mundo para seguir e disseminar, se eu pego a minha ex-namorada porque eu estou carente pra caramba, se no próximo ano eu uso mais o dinheiro do contribuinte para custear minhas viagens à Europa, se eu dou uma chance pro meu ex, aquele que vivia mostrando o pênis para mim na WebCam (porque eu ainda gosto dele) ou se eu invisto na formação de um grupo de forró ou naquele cantor homossexual de sertanejo universitário. Certeza que vai faturar 50 milhões em um ano!

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Sex in the… Book

É um trocadilho imbecil, mas que condiz com o assunto que vou tratar aqui.

Você considera absolutamente normal que um escritor de História em Quadrinhos, de livros ou de outras mídias – como filmes, de curta a longa-metragens -, que se vê tão familiarizado com seu personagem favorito – pode tanto ser o protagonista quanto o antagonista ou coadjuvante – que o “beneficia” conferindo a ele situações que o autor gostaria de vivenciar?

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Bestialidade

“Bestialidade” é a palavra certa para definir os acontecimentos dessa semana – ou melhor, O acontecimento -, envolvendo o maior clube de futebol de São Paulo e um dos maiores do Brasil, o Corinthians Paulista. Também é o momento certo para fazer algumas comparações, porque, para incutir um pouco de sadismo (e para muitos, dor de cotovelo, não é meu caso) podemos dizer, sem medo de ser feliz, que nunca se viu uma torcida mais irritante e favelada que esta. Bom, “favelado” é um adjetivo também cabível ao meu clube de futebol do coração, o Flamengo, mas, enfiando mais uma vez as comparações, comparem as duas torcidas, as maiores do Brasil. Comparem justamente este comportamento “vida loka” que se inicia no “é nóis, mano”, passa pela vestimenta e conclui… no time que torce. Não obstante ser uma característica de conhecimento geral, se podia parar por aí, todos sabem como se comportam os corinthianos. O problema é que de qualquer modo somos soterrados por toda esta manifestação gostosa de amor ao clube.

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