Diário do Escritor – Futuro vlog

Está difícil de escrever qualquer coisa essa semana. Até mesmo uma história paralela ao “Depois do Carnaval”, sobre uma empresa de publicidade cujo chefe vive perseguindo uma atriz pornô obesa japa, além do marginal que acaba adquirindo uma chance na firma por Quem Indica, uma funcionária gorda fã de desenhos japoneses e que é imersa na baixa auto-estima, além da outra mais magrela e indie, uma bonita metida a modelo, essas coisas.

Essa parada da atriz pornô obesa japa foi seria mais ou menos uma crítica à grande gama de pornografia japonesa e o sentimento deles em relação a isto contrastando com sua histórica personalidade reprimida, essas coisas de que casais não podem sair de beijando por aí e de colocar mosaicos nas genitais nos JAVs (Japanese Adult Video). A putaria rola solta, eles têm sim uma gama de fetiches – vi a capa de um JAV com uma mulher nua cercada de SAPOS -… mas tudo na encolha. Muita gente no mundo inteiro desconhece este “lado B” deles. E eu exploraria isso, a relação do tal chefe de uma editora que fecha contrato com uma penca de escritores japas, divorciado pai de uma adolescente, que adquire uma paixão avassaladora por essa Natsuumi Arika e tenta “tirar ela dessa vida”. Gorda de 1,85m com peitões caídos e rosto de personagem de anime. Charles seria um dos protagonistas.
Bom, enquanto trabalho penso nestas várias histórias, anotando em folhas de caderno, chego na frente do teclado e minha paciência se esvanece rapidamente. Normalmente não sou assim, até pensei em dar um tempo com isso e  revisar pela segunda vez o meu romance “A Família Orgulhosa”, aquele em que mandei os originais para as editoras e tudo. Parece que não há outro jeito. Eu não consigo mais continuar o “Depois do Carnaval”, e como larguei de mão esta nova história, tudo sinaliza que eu não conseguiria mover outra – pensar sobre ela eu pensaria. Aliás, eu penso MUITO, e isso é ruim em boa parte das vezes.

Então… só depois que terminar minha revisão que volto com estas merdas, vou conter um pouco o meu ímpeto, porque eu não quero fazer um lixo de obra. Pode até vender mal. Mas pelo menos ao meu ver, não vai ser uma merda, eu tenho que fazer um trabalho bom, que eu me orgulhe. Claro que nem sempre pode sair algo bom, na opinião do leitor, que é a mais importante… todos os dias sinto que devo mexer no “A Família Orgulhosa” mesmo, tirar e adicionar mais algumas coisas, deixar a obra mais palatável… é isso.
Não mandei para todas as grandes editoras porque algumas exigem o original impresso, o problema é que este romance teria mais ou menos umas 400 páginas no formato 14×21. Então, imagina quantas páginas eu teria de imprimir no A4…
—x—

Havia a outra idéia de “homenagear” um velho e conhecido troll do mercado editorial de quadrinhos brasileiro, inimigo dos fãs de anime, jornalista e escritor, em uma novela. O que aconteceria se não tivesse morrido?

—x—

Fora isso há a possibilidade de criar um vlog. Eu sei que fiz um post falando mal de quem faz, dos vloggers (do Felipe Neto ao Jailson Rosa, só pra citar dois extremos), mas como eu não vou voltar pro Facebook nem fodendo, fazer um vlog poderia ser uma forma fácil de lançar meus objetivos a outros cantos. Nem um vídeo no Youtube travestido de podcast, em que normalmente há uma imagem estática e a voz do sujeito, não, porque eu preciso mostrar minhas obras, minhas referências, minhas inspirações – se bem que não há nenhuma, nunca me inspirei em ninguém para escrever – e etc. É necessário. Cada vez mais o mercado-de-qualquer-coisa pede uma interação do anunciante ao possível comprador, e como eu quero VENDER, como eu quero ser conhecido, nada mais simples que jogar esse jogo. Eu não tenho escolha, se quiser deixar minha marca.

Ao mesmo tempo não vou poder encher este blog só com o Diário do Escritor, pra não ficar chato… se bem que, mesmo tão diversificado, pouco postam aqui, só lêem…
AO MESMO TEMPO DE NOVO, eu precisava externar mais as atividades pra colocar aqui. Mês que vem compro um domínio, pra tirar de vez esse “blogger”, vamos deixar a porra mais séria e mais profissional.
Só isso, por enquanto.
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2 comentários sobre “Diário do Escritor – Futuro vlog

  1. David disse:

    Hehehehe!

    Tem muitos exemplos de vloggers com dicção piores que a minha, sem contar que existem diferentes tipos de gagueira. Tem os que falam muito bem e tropeçam em poucas coisas, os que trocam letras, tem os que não conseguem soltar quase nada.

    Eu tô meio que no meio termo.

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