Copa 2014 e o Legado da Sacanagem

Brasileiro não aprende mesmo.
É tão acostumado a levar na bunda por todas as direções, a ser roubado e ainda assim, no frigir dos ovos, aprova a Copa. Veste-se de verde e amarelo, pinta ruas, pendura bandeirinhas e assopra suas cornetas. “Esquece” do seu desgosto pelo governo – ainda assim vota mal -, compra uma televisão nova para acompanhar os jogos na TV Globo e afins.

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X-Men: Days of Future Past

Da série: “De novo esse puto”.

         O filme estava meio longe de ser um dos mais esperados. Desde seu bom antecessor, “First Class”, o pessoal geralmente acreditava que o diretor Matthew Vaughn (que fez a razoável versão para cima de “Kick Ass”) voltaria, assim como a própria continuação da história, pois caso você não se lembre, Erik Lehnsherr acaba o filme revelando-se na identidade Magneto, isso depois de abandonar Charles Xavier com uma bala nas costas e tal. Poxa, é óbvio que enquanto fã de gibi precisou-se ter certa paciência para engolir “First Class”: a trupe mutante era totalmente diferente do WASP (White, Anglo-Saxonian and Protestant) apresentado nos gibis. Além disso, pretensos heróis do filme mudando de lugar conforme suas convicções se encaixaram na proposta de Magneto, além dos vilões-que-só-estão-ali-pra-brigar, isso desde o primeiro filme da franquia mutante. Beleza. Daí, foi feito o que NÃO se esperava e eu pensei: “Fodeu. De novo a gente vai ter que aturar o Bryan Singer, até bom diretor que inaugurou os mutantes no cinema, com seu ÓTIMO ‘X-Men 1’, elevou o status ao pretensioso (mais dos fãs que ele) messianismo no apenas OK ‘X-Men 2’ e depois desceu com gosto vários níveis em sua chupação de saco da dupla Donner/Reeve em ‘Superman Returns’. Depois disso não tem como esperar coisa boa do cara, ou na panela ‘super-herói’ ele só saberia trabalhar bem com a mutunada?”

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