Diário do Escritor (Parte 4): Livro de Contos

Agora Podemos Falar Sobre Vida e Morte é o livro de contos que planejo lançar, se possível, ainda esse ano.

Ao contrário do meu antigo planejamento, o livro terá seis contos.

1o: Faça o Seu Dever de Casa – O professor Arthur Sasaki vive um romance com uma boliviana ilegal no Rio de Janeiro, ao mesmo tempo em que se engraça com uma de suas alunas.

2o: O Animal Exótico – Gerente de hotel em São Paulo mantém uma alienígena predadora assassina em casa.

3o: Perdendo o Trem – Daniel Apostolou tem uma vida miserável, e embora ciente desta condição faz de tudo para prolongar seu sofrimento gastando dinheiro em lan houses e perseguindo sua banda de rock favorita.

4o: Uma História Muito Doida – Em 2064, espião a serviço de uma ditadura se infiltra numa base espacial – de um governo rival -, disfarçado de mulher, a fim de conseguir um artefato importante. Porém, de volta à Terra, ocorre um problema com seu disfarce…

5o: Super-Babacas – Um jovem à mercê dos mandos de seu pai, velho super-herói brasileiro de nome Coruja Negra, que por influência de sua esposa tenta enfim contrariá-lo.

6o: Vítima – Michel nunca tem sorte no amor. No Japão, apanha de uma atriz pornô, e no Brasil vive sendo enganado na internet. Até a mulata Graça dar-lhe uma chance. Porém, Graça tem uma irmã mais velha de nome Laya, mais velha, mais ousada e mais gostosa. E ambas têm como amiga Milena, uma lourinha bastante atraente. E aí? Como fica sua fidelidade?

Fiz os três primeiros contos, os dois seguintes estão acabando comigo, foram mudados diversas vezes, pelo simples problema DE SER HISTÓRIAS PARA ROMANCE, NÃO PARA CONTOS! Tem uma densidade própria pra ser explorada em romances. Por isso tá sendo difícil condensá-las num formato apertado, onde de qualquer forma você não consegue explorar bem todos os personagens ou a maioria deles.

Não tive esse problema nos três primeiros contos, o “Perdendo o Trem” tem um personagem mais ou menos inspirado em mim – Daniel Apostolou – que será explorado posteriormente em romances de teor autobiográfico, como disse na primeira parte do Diário. O “Perdendo” foi uma forma de apresentá-lo ao público.

Já o “Vítima” será um “O Homem de Lata” menos enfadonho, mais decisivo pro que de fato acabou se tornando mais importante no livro, que é o triângulo amoroso entre Josef Lopilato (que aqui será Michel Gomes, Josef Lopilato é um nome muito escroto, não?), Graça e Laya. Vai ser uma segunda chance de fazer algo bacana com eles, pois como você bem sabe eu detestei “O Homem de Lata”.

Superando o “Super-Babacas” e o “Uma História Muito Doida” vou conseguir fechar esta porra, porque o “Vítima” é fácil. Depois terei de reescrever os capítulos de “A Família Orgulhosa”, mais especificamente no personagem Agenor, e retomar o “Depois do Carnaval”, ou seja, só poderei partir pros outros romances constados no cronograma em janeiro de 2015.

Nesse meio tempo, preciso também formar meu público…

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