Tirando o pó

E aí, pessoal?

Desde a Copa não postei mais nada aqui por estar resolvendo alguns problemas pessoais e também me debruçando no meu projeto de livros.

Vou falar rapidinho sobre a Copa do Mundo: eu só espero que vocês, brasileiros principalmente, não tenham sido tão imbecis de acreditar na contusão do Neymar – naquele jogo com a Colômbia, na segunda fase da competição. Lembro da mídia dizer que ele levaria alguns meses para se recuperar, mas nem levou 1/5 disso tudo para ele estar aí, firme e forte, pimpão metendo gol em amistosos.

O Brasil parando por causa dele e praticamente na mesma semana ignorando as duas pessoas mortas num desabamento de um viaduto em Belo Horizonte.

E sim, o Brasil mereceu a chapuletada de 7 x 1 da Alemanha, e estes mereceram o campeonato dese 2010, quando começaram a renovação de seu estilo, apostando numa equipe mais jovem. Fora isso foi surpreende a Espanha ter saído logo na primeira fase, assim como Portugal, que infelizmente foi responsável pelo não ingresso da Suécia, tendo vencido nas Eliminatórias. Nos deixaram sem as deliciosas torcedoras suecas. Ou seja, no fim das contas não foi para nada.

MERECEDORES PRA CARALHO. CONVIVAM COM ISSO
Quanto os livros, teve uma reviravolta aqui. Apresentei o “A Família Orgulhosa”, revisado pela segunda vez, prum colega, e sua crítica simplesmente parou o andamento da coisa – porque eu já ia registrar. Resumindo, disse tanto sobre a prolixidade do texto quanto o “erro” de chamar a Deborah de Deborah, não Débora. Achei que fosse mesmo cabível à personagem se chamar Deborah, sendo uma médica e advogada bem sofisticada, que mora num casarão isolado numa colina em Petrópolis, que raramente vai pra cama com alguém e que é extremamente racional – sua instabilidade mental vem justamente disso -, apesar de cometer umas cagadas – e cagadas colossais.
Então, por conta da crítica acertada do sujeito deixei o romance num hiato e adiantei alguns contos. Já fiz três (dos seis contos a ser reunidos no livro) e agora tô no quarto, mas também cheio de indecisões, cancelamentos, adiamentos e afins. Todos sabemos que contos têm uma estrutura bem diferente de uma novela ou romance, são histórias mais curtas e você deve trabalhá-las nessa limitação – passou disso é novela.
Engraçado que na revisão do romance eu já estava envolvido em outro texto, da novela “Depois do Carnaval”, sendo obrigado a mudar a narrativa pra terceira pessoa. Não sou obrigado a prosseguir nos contos, tá certo que são necessários pra apresentar ao leitor o meu estilo em histórias distintas, mas com uma porrada de projetos à frente… Pior que a composição dos contos está me enchendo o saco, já levo de duas semanas e meia à três e meia pra escrever um, enquanto cada vez mais minha mente pipoca com novas idéias, e quanto mais idéias novas, o que tava sendo trabalhado é jogado pra escanteio por alguns MESES. Aí fica difícil. Tá mais que na hora de gerenciar isso aí.
Também passar semanas escrevendo um conto e depois descartá-lo é foda.
Fora isso há a questão do fazer do Management um site de verdade, além de um vlog, um canal “nerd”, de resenhas de quadrinhos/filmes/videogames, além de entrevistas, um tanto diferente dos canais “nerds”. Estou falando com algumas pessoas, os vídeos do vlog serão feitos essa semana, NÃO PASSA DESSA SEMANA, enquanto isso toco meus projetos, como sempre.
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