A Islamização da Europa: remediar é melhor que prevenir, certo?

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Inevitável quão o mundo ficará interessante nestes próximos anos.

Ainda hoje lembro do pessoal embalado pela eleição de um candidato democrata tacho como um símbolo da esperança não só pros Estados Unidos, mas como pro mundo todo. Foi eleito e chegou até a ganhar um Nobel da Paz por tamanha fama. Toda a chamada “Grande Mídia” brasileira ovacionou de pé a conquista: Barack Hussein Obama, que ninguém sabia de onde vinha, tornou-se o presidente do país mais poderoso do mundo. O pessoal que pediu desculpas pela internet por conta da reeleição de George W. Bush, é claro, votou no cara, sintetizando bem a faca de dois gumes que é o clamor popular: aqui, em 2002, entrou o presidente “do povo”. Resultado: Luiz Inácio Lula da Silva e seu partido ainda protagonizam os maiores escândalos de corrupção de todos os tempos.

Obama retirou as tropas do Iraque, deixando um vácuo que cuspiu a máxima “ruim com eles, pior sem eles”, facilitando a ascensão de extremistas islâmicos como o ISIS (insistentemente chamado pela mídia brasileira de Estado Islâmico). Enquanto isso, no continente falido e politicamente perdido chamado África, o Boko Haram ganhou espaço na Nigéria, e, mais para a frente, enxurradas de imigrantes fugidos do terrorismo atravessam o Mar Mediterrâneo em direção a Europa.

O diferencial do ISIS pros demais extremistas islâmicos é seu uso tecnológico e midiático – eles gostam de aparecer, têm um jornal próprio e cada vez mais execuções são divulgadas. Atiçam os jovens de todo o mundo, por mais que alguns se mostrem arrependidos de ingressar ao grupo. Tem tanto associados na Europa quanto na África, Extremo Oriente e no Brasil. Daí, chegamos a conclusão de que, por causa da impetuosidade de Obama, o ISIS terá sua fatia neste (talvez) inevitável processo de islamização européia.

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SÓ ENGANOU OTÁRIO

É preciso ser um gênio pra concluir que, dentre estes milhões de refugiados, há terroristas infiltrados? Se os muçulmanos já inseridos na sociedade ocidental européia pedem a implementação da Sharia em países como França e Inglaterra, o que impede esta exigência ser ainda mais reforçada com estes novos refugiados? O príncipe Charles não serve a um xeique árabe?

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Você acha que a Hungria está errada em fechar suas fronteiras aos refugiados por medo de ter sua cultura e leis húngaras desrespeitadas, por mais que a mídia diga que os estrangeiros estejam apenas querendo passar pelo país, com destino à Alemanha?

Tendo em vista a já dita falência e perda política da África, por que não se trabalhou um  governo sério, com supervisão ou até mesmo administração OCIDENTAL, em cada país? A Líbia, assim como o Iraque, virou uma terra de ninguém. Não que o falecido ditador Muamar Kadafi fosse melhor para os líbios, mas compare o país sob seu jugo com o país pós-Kadafi? A mesma coisa se aplica ao regime iraquiano de Saddam Hussein. Obviamente, aí faltou a substituição por um governo sério, por mais que, para alguns, seja impossível erradicar a ação dos insurgentes.

Agora, todos estão pagando mais do que nunca. A Suécia, que já sofre moralmente com a ideologia de gênero, é a campeã de estupros no Ocidente, muitos destes atos feitos por imigrantes muçulmanos. Afora as emissoras de TV que vilanizam as autoridades dos países que rechaçam estes imigrantes (como a Globo vem fazendo, jogando especialmente imagens de crianças chorando desesperadas, além de jornalistas se pondo na linha do “campo de batalha” e sofrendo por isso), nenhuma delas fala as verdadeiras causas do problema. Isentam Obama e provavelmente torcem pela eleição de Hilary Clinton, que aí sim, seria a cereja no bolo de toda a desconstrução da moral judaico-cristã no Ocidente. A única coisa boa em uma possível ascensão do Islã na Europa é o inevitável extermínio dos ditos movimentos “sociais”, como o movimento feminista, movimento gay e afins. Eles não serão tolerados.

O que eu peço aos leitores deste blog é que TORÇAM para um candidato republicano vencer as eleições, para ao menos “tampar o cu do cagão” nos próximos 12, 15, 20 anos. E voltar ao enfrentamento FÍSICO com uma intervenção militar no Iraque, porque o Obama, um muçulmano que inclusive usa um anel islâmico à vista de todos, está festejando a possibilidade de uma “Eurábia“. Nada impede desta mudança brusca chamuscar o nosso país tão pacífico e agora com a moral cada vez mais balançada por estes tais “movimentos sociais”. A Igreja Católica não faz nada. Só a bancada evangélica está tentando conter o sangramento.

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