Omelete e o “Racismo” no Oscar

Não há surpresa alguma na atitude do site de cultura pop Omelete ser a favor do boicote encabeçado pelo polêmico diretor Spike Lee, aquele que é contra casais “interraciais”, que é tão racista que é até compreensível que a Grande Mídia (e as pequenas mídias) impetrado contra o Oscar e a iniciativa do deste contra a cerimônia de premiação deste ano. 

Lee, que é obviamente obamista, encontrou tanto apoiadores em Hollywood (família Smith) quanto nos africanistas brasileiros e até quem não é africanista, mas é simpático à política de “diversidade” forçada goela abaixo, como o próprio Omelete até os nerds comuns de fóruns de quadrinhos, muitos deles seguidores das idéias que estão “bombando no momento”.

Desnecessário dizer o que eles mesmos sabem mas que viram a cara, porque dói: premiação de qualquer coisa não deve ser baseada em tom de pele, gênero, altura, e afins, e sim pelo talento, por mais que a Academia tenha sido injusta em diversas de suas escolhas, que, praticamente podemos assegurar que nada tiveram a ver com se a unha do pé de tal ator é maior que a de outro ou se a boceta de tal atriz é raspada e a outra não. A Academia, aceitando e pedindo desculpas a um profissional conhecido pelo mimimi racial, por apoiar Malcolm X (outro racista), que ganhou dinheiro em cima dos brancos, que é aliado a um presidente odiado, este presidente que ajuda a solapar o tradicional e que chorou lágrimas de crocodilo às mortes numa recente chacina mas não chora aos estupros sofridos pelas mulheres aos islamistas do outro lado do Atlântico, se torna mais uma vítima de mais um mal que está matando a sociedade, o mal do politicamente correto. Nem Sean Penn chegou tão longe.

Já os caras do Omelete são tão vendidos quanto Felipe Neto e Cauê Moura, e aí, em resposta ao apoio deles ao Lee, faço a mesma pergunta que uns quatro ou cinco vloggers fizeram: Há algum negro no Omelete? O feminismo, o apoio à “causa gay” e mais outras idéias progressistas nas quais se debruçaram e que, mesmo que feitas com base na sobrevivência (porque hoje em dia esta política está cada vez mais rentável e socialmente aceita) não são justificáveis. E quando se é um frouxo, um indigno mesmo vivendo na merda (caso de boa parte dos africanistas e que exclui automaticamente os Omelecas e maioria maciça dos nerds de fóruns de quadrinhos), pode até ser compreensíveis… mas ainda reprováveis.

Um futuro fato, na completa ruína do mundo, estes elementos não serão cobrados como se deve, pois estaremos ocupados demais consertando as merdas que estes caras fizeram.

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