Atentado em Orlando

Comentários breves:

Independente do assassino islâmico ter sido um gay ou não (há quem diga que ele só estava cantando os adeptos da boate e freqüentando-a para “conhecer o terreno”), por que a mídia não comenta da filiação dele ao Partido Democrata? Até agora o Fantástico ou o Jornal Nacional NÃO comentaram, é claro. “AAAIN MAS ELE TAMBÉM PODERIA ESTAR COM ELES (os democratas) APENAS PARA CONHECER O TERRENO” Depende, porque os esquerdistas, as pessoas que se atrelam à esquerda, geralmente são tão preconceituosas quanto a própria sociedade na qual acusam preconceito. Há gays que odeiam travestis, negros, orientais, mulheres (mesmo lésbicas) e até mesmo heterossexuais em geral. O Partido Democrata, assim como quase toda agremiação de esquerda na sociedade ocidental, engloba todo o tipo de gente.

Já aqui no Brasil a esquerda inculpou Bolsonaro e Donald Trump às mortes, quando os dois pregam o direito do cidadão a andar armado, enquanto que Obama defende o contrário, facilitando acessos de loucura e fúria do naipe ocorrido em Orlando. Ou acham que o Brasil contabilizaria 70 mil assassinatos ao ano, se dependesse de Bolsonaro?

Voltando ao Hemisfério Norte, como a gente espera que os jovens europeus, os idiotizados pela ideologia doença mental, ajam perante o avanço do Islã? Usando saias, como os turcos fizeram protestando à violência contra a mulher? Ou como os neerlandeses, protestando aos ataques sexuais na Alemanha?

 

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6 comentários sobre “Atentado em Orlando

  1. Anônimo disse:

    Ou acham que o Brasil contabilizaria 70% assassinatos por mês, se dependesse de Bolsonaro?

    O mais engraçado é culpabilizar as armas pelos crimes, mas se formos analisar a origem delas nestes vemos que a maior parte vem por meios ilegais.

    Além do mais até pra policiais ele burrocratizam o porte de armas precisa de um documento impresso em papel moeda para legalizar o ato de se ter uma arma. Não que defenda que se abra as pernas por porte de armas, mas porra pra certos casos é ridículo a maneira como fazem isso. Tratam a arma como um ser malvado capaz de controlar as pessoas.

    Não teria coragem de ter uma arma, mas acho que dificultar as pessoas do direito de acesso legal é facilitar ações de pessoas que não tem nada a perder. Nem sempre a força policial pode estar de prontidão no momento e os infratores iriam pensar duas vezes antes de abordar alguém na rua.

  2. Anônimo disse:

    Realmente não consigo entender esse movimento iniciado pelos pais da Gabriela contra as armas e curiosamente perdura até hoje, será que não cai a ficha deles que essa mobilização zona sul carioca não traz nenhum resultado? Provavelmente isso os torna especiais sei lá. Até porque eles não teriam peito de fazer isso numa comunidade onde reinam os bandidos.

    Quando a legalização das armas eu lembro de um caso interessante de um amigo de meu falecido avó: ele tinha uma birosca nas proximidades de onde eu moro e era vítima de assaltos com uma certa frequência (talvez não tão frequente quanto hoje) e numa dessas que apareceram sujeitos que o mesmo conhecia como bandidos de outras vezes meu avô que tinha uma arma no dia estava no comercio dele ele fala pra esse amigo: “peraí que vou buscar meu revólver e já volto” os caras se mandaram.

    Meu avô sempre teve arma, só vendeu porque estava velho e não sabia manusear mais a mesma.

    Como disse, apoio a legalização das armas. Mas eu acho que a pessoa deveria passar por um curso de como usar, assim como o pessoal que dirige um carro, sabe? Claro que tirando as burrocracias desse último.

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