O Pior Ano da Década, e as Resoluções

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[Discurso clichê] Pô, todo mundo sabe que o ser humano é falho. Se fosse só isso, tudo bem, mas o problema é que 2016 foi um ano em que nos especializamos na falha, e nos tornamos piores do que normalmente somos; galgamos mais umas descidas em direção ao abismo, essas coisas. Destes 20 anos pra cá, a convivência só piorou, muita gente morreu, morre e morrerá por omissão de alguns, e muita gente continua e continuará sendo enganada, apesar da enxurrada de informações à disposição. Pega-se nosso arroubo juvenil e nossa impulsividade e pumba!, somos usados como massa de manobra de uns poucos espertalhões, fazemos o trabalho sujo. Do outro lado, temos um punhado de vozes verdadeiras que não são ouvidas. Assistimos merda, elegemos merdas, convivemos com a merda, especialmente em cidades grandes atoladas e acostumadas a chafurdar na merda. Você acessa a internet, encontra merda. Liga a televisão, como disse, merda. Rádio? Merda, também. Jornais? Nem se fala, eu sempre cito aqui a bosta que é a mídia impressa. Nossa cruz diária se torna ainda mais pesada com quilos de merda correndo pelas unhas, entrando nas narinas e nos ouvidos, boca… Mais um pouco penetrava nos poros. Embora 2017 seja o começo de uma nova era, os homens de bem estão perdendo. [/Discurso clichê]

BOSTA EM SÃO PAULO

Não que seja novidade, mas este ano foi instaurada com vontade a prática em votar no “menos pior”, no Brasil: em São Paulo/SP, votei no João Doria, que como se espera de um tucano, cometeu algumas cagadas, como nas escolhas de secretários municipais. Em nada me convenceu ele dizer que “veio de baixo”, mas foi preciso convencer o eleitorado mais pobre – lembrando que, pra muitos, ser rico e bem sucedido é pecado. O petista Haddad, um dos piores prefeitos que a cidade já teve, ainda pôs a culpa de sua impopularidade na população. Em apenas quatro anos, sua gestão deixou um grande estrago na cidade, especialmente do ponto de vista moral; desde vetar projeto de lei que proíbe bailes funk em locais abertos até a negligência ao tratamento aos moradores de rua, as péssimas ciclovias (que já causaram morte) e o poder deferido aos movimento dos sem-teto. Agora, já vai tarde. Foi obrigação cuspirem fora um lixo destes. A cidade pagou caro por votos de revanchismo contra o José Serra, que é outro bosta, mas menos pior que o Malddad, que não será eleito novamente nem a síndico de prédio.

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BOSTA NO RIO

Nas eleições cariocas, os candidatos a prefeito foram os piores possíveis: socialistas fabianos, cinco extremo-esquerdistas, um único candidato de direita (Flávio Bolsonaro), um dilmista ferrenho (Marcelo Crivella), embora em partido pretensiosamente direitista, e uma libertária, que ninguém conhece. Aí, a população divide os votos nos piores, dentre eles, Pedro Paulo, candidato do Eduardo Paes e que foi conhecido pela acusação de ter batido na mulher. Alguns cometeram a sandice de se abster dos votos, e assim impulsionaram o Marcelo Freixo ao 2o turno junto ao Crivella, o candidato da Igreja Universal do Reino de Deus. Já dediquei um post ao Freixo, alertando sobre o suicídio que seria elegê-lo prefeito. Crivella, outro péssimo candidato, venceu, mas um dia os socialistinhas caviar do PSOL vão governar a cidade. Até lá, o eleitor carioca não vai aprender a se respeitar e a respeitar outrem.

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BOSTA NO MUNDO

Fidel morreu, mas de “velhice”, e não do jeito que até os cubanos queriam que ele morresse. O número de “refugiados ‘sírios'” na Europa só aumentou, e praticamente ninguém na Grande Mídia manifesta preocupação da possibilidade de afetamento da cultura local – a intenção real é esta, tanto que na Alemanha, uma das porta-vozes do Partido Verde local comemorou a chance dos alemães serem minoria em seu próprio país. A Europa Ocidental como um todo sofre da falta de virilidade de seus homens, o que obviamente contribui para o avanço do Islã. As próprias européias reclamam deste fato. E na ONU, nosso presidentO, que abriu seu mandato com uma série de polêmicas – desde os ministros escolhidos até reformas impopulares – se comprometeu a receber mais “sírios”.

Menos pior, estancando um pouco a diarréia, o Reino Unido optou pelo Brexit e Donald Trump foi eleito presidente dos EUA. Se pode prever uma investida do alaranjado contra os islâmicos aliado ao seu colega Vladimir Putin, que apesar de não ser flor que se cheire, é um dos maiores exemplos “do que temos pra hoje”. A Grande Mídia inteira torceu descaradamente para a Hillary, uma raposa velha com acusações de pedofilia e satanismo nas costas (acusações estas ignoradas pela Globo e afins), de ter armado o ISIS e de ser inconfiável para boa parte dos estadunidenses, enquanto Trump foi maciça e constantemente atacado por ter chamado uma mulher de “gorda” e outra de gostosa e de curtir sexo a três. Agora, sinceramente: diante destas informações, qual seria a escolha de uma pessoa NORMAL? Precisa pensar?

Ainda cometeram o equívoco de associarem Dilma e Hillary… Meus amigos, por mais que a Dilma tenha sido terrorista e concordante com as atrocidades do PT, ela é burra. Mas o que se podia esperar de quem faliu uma lojinha de R$ 1,99 ? É burra de uma forma que Hillary nunca foi.

Então, apesar do Trump, não há nada para comemorar. A nova era em 2017 promete ser o começo das respostas a essa balbúrdia, começando com as ações de Trump/Putin. O impeachment cobra um preço caro pelo enxotamento do PT da cena política, mas sempre há uma nova leva de inimigos pra lidar. Portanto, só é compreensível queima de fogos, festa e gritaria da esmagadora maioria que só está preocupada em viver a vida; que tem ojeriza a política, que faz seu churrasquinho de domingo, que coloca qualquer filmeco pra assistir no DVD, gasta parte do salário suado em cerveja e que não tem tempo pra ficar escrevendo groselha na internet. Sorte deles.

 

 

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18 comentários sobre “O Pior Ano da Década, e as Resoluções

  1. alemao disse:

    O problema não é a falta de virilidade dos homens mais a norte da europa, e sim os demais interesse dos próprios políticos alemães em continuarem mamando no dinheiro que ganham.
    sabe porque existem tanto refugiados na Alemanha por exemplo?
    Porque cada um deles recebe no máximo 1/6 do que é pago para um alemão para fazer o mesmo serviço e normalmente falando até mais em regimes horarios que passam as 12 horas, ou seja pelo preço de um, os “emprebostas” (empresários de merda) tem 6 pessoas no lugar.

    Ainda na Alemanha os próprios políticos incentivam, em campanha na rádio e tv, as mulheres andarem vestidas com véus ou burcas pq “isso as fazem se sentir lindas”.

    E movimentos feministas (feminazis) incentivam as mulheres a testemunhar contra os homens que as tentem ajudar quando estar estiverem sendo atacadas (estupradas ou agredidas).
    tendo criado o movimento “eu não sou sua mulher”, com várias e pesadas campanhas em tv e rádio.

    Ai claro vem uma psicóloga extremista (seja qual for o extremo nunca é bom) e com falta de levar com o rolo de carne, “por ser uma pessoa que qq um consegue aturar” e diz que não hà homens para proteger as mulheres.

    Vai um homem ajudar, se arriscar a tomar uma facada ou um tiro para ainda depois disso ser achincalhado por quem tentou salvar, correr o risco de levar um processo e ser esfolado pela mídia?

    Numa primeira ou segunda vez uma pessoa arrisca, depois basicamente o pensamento é “gosta de ser estuprada, aproveita bem ai.”

    Com isso não quero dizer que todos os refugiados sejam escumalha, pois ha gente boa em péssimas situações, o problema é que por interesses dos políticos, e não políticos, deixa-se entrar na europa a escumalha toda junto.

    De resto, espero que o novo president dos states ponha ordem na casa.

  2. alemao disse:

    + sem falar que na midia o politicamente correto que defende as menorias, que de menorias não tem nada, reina a ignorancia e hipocrisia (como você disse bem no texto).
    voce virar para uma mulher e dizer que ela é gostosa e por ai vai o transforma em um criminoso pior do que o sujeito matar pais de família, idosos e animais.

    Infelizmente é isso que acontece quando chegam ao poder, seja na política, seja em empresas, ignorantes que chegaram ao topo sem terem capacidade real para isso e subiram abrindo as pernas, queimando a rosca, ou trocando favorzinhos…

    Me pergunto uma coisa, e sem ser elitista, que preparo tem um bluzão da vida para ser político? se formos ver os politicos na sua maioria são pessoas que vieram de baixo, e sem preparo, deixam o poder subir a cabeça e acabam por abusar do poder que ganham.

    Raro é aquele que vem “de baixo” e sabe se controlar.

  3. nando bucetossauro disse:

    Amigo acho que voce não percebeu o que alguns comentários dizem acima.
    o que quiseram dizer é que a mídia distorce e passa a imagem que bem entende, mesmo que não seja verdade.

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