Analisando a Feminista Agredida no Carnaval

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Bom, Carnaval passou e deixei de comentar o caso na hora porque não busquei as informações, mas mesmo assim lembro de ter discutido com uma garota por isso, com o que eu tinha em mãos. Agora, mais informado e com minha convicção intacta, me acho na liberdade de soltar umas “teorias” sobre o caso.

É o seguinte: assédio dentro e fora do Carnaval rola sob quaisquer tipos de gênero e sexualidade; mulheres podem assediar mulheres e homens, homens podem ser assediados e abusados por outros homens e mulheres, assim como gays assediam héteros, mas é posto para o povo a falácia dos “oprimidos” nunca oprimirem, ou se oprimem, foi porque aprenderam com o opressor. Isso vale tanto para os movimentos gays e feminista quanto pro negro – estes últimos rejeitam a existência do pardo, incorrendo em racismo propriamente dito (então eles aprenderam a ser racistas com alguém? Com os brancos, que em sua maioria não ignora tal existência? Pra vocês verem o paradoxo…) A mídia joga uma informação superficial sobre os casos e mesmo na oportunidade de aventar dúvidas sobre o que de fato aconteceu, enquanto malham o ocorrido por dias no seu veículo de comunicação, eles ainda assim não botam o consumidor para pensar, só querem suscitar a comoção e utilizar desta mesma comoção a interesse espúrio: foi assim no tratamento ao Trump na corrida presidencial (não disseram NADA sobre as cagadas da Clinton, os seus envolvimentos com satanismo, pedofilia e permissão da inocência de um estuprador), no suposto estupro coletivo no Rio de Janeiro… Já destruíram vidas com isso, vide o caso Escola Base. Julgam uma parte e isentam a outra. No caso do assédio-e-agressão no Carnaval carioca, é de se esperar que não induzam ninguém à pensar sobre o papel oculto da agredida.

Elisabeth Henschel saiu com o namorado vestida de um tipo de maiô (body é o nome da roupa) escrito “FEMINIST”, ato considerado “simbólico” pelo Esquerda Diário, e disse a um periódico ter recebido assédios ao longo do dia: “Desde o momento em que pisei fora de casa, os homens começaram seus ataques, desde olhares lascivos às gracinhas mais absurdas. Vários tentaram encostar em meu corpo sem meu consentimento. Uma situação marcante foi quando estava perto do bar do Nanam, na Praça Tiradentes, dançando com amigos, quando agachei pra descansar as pernas. Nisso meu namorado me avisa que tem um homem me fotografando.”

Bom, mesmo no Carnaval, onde a galera costuma se soltar, a fotografariam vestida assim. Quanto ao namorado apenas avisá-la de um fotógrafo, denota-se a falta de culhões do sujeito – e essa falta vem desde o momento em que a deixa se vestir dessa forma. “AH, MAS EU SOU FEMINAZI, NÃO DEPENDO DE HOMEM PRA NADA! (1)”. Vai vendo.

“Fui ao bar da cachaça na Lapa tomar uma cerveja com meu namorado.”

Por fontes, sei que o tal Bar da Cachaça é um antro onde pousa gente muito liberal e de índole duvidosa, então dá ao menos pra imaginar como estava no Carnaval, ainda mais nas altas horas da madrugada. Não obstante eu conhecer bem o centro carioca, até por ser carioca, muito que raramente parava nestes locais.

“Nisso, um cara passa por detrás de mim e aperta a minha bunda. Fiquei p… (depois de todos os abusos da noite né) e fui tirar satisfação com ele. Meu namorado chegou em seguida, mas já era tarde: o infeliz desferiu um soco na minha cara. Quando vi que ele ia avançar no meu namorado, me meti na frente e tomei outro soco. Quando dei por mim, estava sangrando muito (sic)”

Primeiro, onde que olhar é abuso? Isso lembra o termo “homofobia” ter sido ampliado pela mídia e pelo movimento gay englobando desde uma simples discordância à prática homossexual ao ato de assassinar especificamente um. Desonestidade e banalidade do termo, assim como a tal “cultura do ‘estupro'”, que inexiste no Brasil. Quanto a agressão subseqüente, POR QUE CARALHOS se deixar levar o segundo soco? Por acaso o namorado teria a resistência físico-mental de uma pluma? Aliás, ele era namorado mesmo? Ah, sim… quase esqueci que os namorados desconstruídos pelas feministas são deste tipo efeminado, sensível … “AH, MAS EU SOU FEMINAZI, NÃO DEPENDO DE HOMEM PRA NADA! (2)” Com esse tipo de homem do lado, é claro que pensaria assim. Ela até não pode ser inteiramente lésbica, como o feminismo recomenda, mas essa Henschel tratou de aliviar um pouco a barra da sua própria ideologia tendo um parceiro desse naipe, seguindo uma das intenções do feminismo, que é ter um homem emasculado, que a entende e entende sua luta, etc. A gente sabe quem é o homem da relação.

Uma possibilidade é do agressor ter investido só de olhar o seu “FEMINIST”, a fim de desconstruí-la, dando-lhe uma lição. Eu acho que feminazi tem mais é de se ferrar, mas não aprovo passadas de mão ou coisas do tipo. Tipo, eu não fiquei puto com o Eduardo Bolsonaro por ele ter encoxado a Luana Basto no meio da rua, e especialmente num evento DE APOIO À FAMÍLIA BOLSONARO? Porque por mais que a Basto não valha um papel higiênico usado, não acho certo isso rolar publicamente, mesmo consentido.

Henschel fez um BO contra o agressor na 5ª DP na Gomes Freire, ali perto da Mem de Sá, local do Bar da Cachaça. “Seguimos todos em direção à delegacia (nesse tempo eu ainda sangrando muito). Fui encaminhada ao Souza Aguiar, onde fui socorrida e precisei tomar três pontos no nariz, que, por sorte, não quebrou. Voltei para a 5ª DP e prestei depoimento, em seguida, fui fazer exame de corpo de delito. O sujeito foi autuado, agora é esperar a audiência”.

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OK. Segunda vez que disse estar “sangrando muito”…

“Ouvi gracinhas todo o dia. Mas não posso me intimidar por isso. Nós, mulheres, temos o direito de sair com a roupa que queremos. Fiquei sabendo de outros casos de agressão contra mulheres e a homossexuais neste carnaval. Quem for agredido não deve se deixar impactar por isso.” 

EU SABIA que ela não ia agüentar e desfiaria seu vocabulário feminista. Na boa… como não concluir a natureza premeditada de todo o caso, ainda mais fechando dessa forma previsível? Feminista com namorado efeminado circula no Carnaval com FEMINIST escrito no maiô, freqüenta uns locais “boca quente” da boemia carioca, e quando é agredida uma vez, impede que o próprio namorado vá defendê-la pra tomar outro soco, e ainda assim, “sangrando muito” (eu quem disse dessa vez!) faz o BO e termina desferindo a patacoada previsível da militância, ou seja, a agressão em si pode não ter sido armada, mas a situação foi criada. Não houve cuidado com o que vestiu, com o local que freqüentaria e sequer preparo (porrada) pra lidar com o agressor, por mais que o casal aí seja anti-violência e por mais que o tal namorado seja um fracote! E ninguém ao derredor os ajudou? Ou até a porcaria da agressão foi combinada?

Estão entendendo a estranheza da situação?

Quanto a sair com a roupa que quiser, nem homens têm esse direito. Experimenta entrar num restaurante chique de regata e bermudão? Experimenta sair por aí só de cuecas. Quanto a supostos casos de agressão a mulheres e gays, e os casos de agressão a homens?, ou todo homem, só por ser homem, tem condições de sair na porrada por igual, o que pode se aplicar no caso do namorado e o agressor, mas novamente, ninguém ao derredor os ajudou?

Enfim, o que podia ser mais um caso de agressão à mulher, não passou de munição pra cofre do ressentimento e raiva feministas. Essa é a realidade. E esse tipo de prática vai aumentar.

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Um comentário sobre “Analisando a Feminista Agredida no Carnaval

  1. Anonimo disse:

    Desculpa o palavreado: mas ela mereceu o que mereceu, merece o namorado bundão e o destino que deve. Se fudeu.

    Feminismo não é pra mulheres normais: ou ela quer ser uma mulher normal ou uma feminista. As duas coisas dá não.

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