Recomendação de Vloggers

Deixo aqui os vloggers conservadores de direita nos quais confio. Pessoas comuns que se preocupam e que querem o melhor para o Brasil.

O Autêntico: Rodrigo é do Rio e é especialista em debulhar feministas e africanistas com muito humor.

Alexandre Seltz: Professor de história residente em Goiânia e ex-membro do Movimento Brasil Livre.

Casando o Verbo: Jayson Rosa é catarinense, tinha o blog há muito tempo, parou por dois anos e depois retornou. Não faz o tipo escrachado, é ponderado.

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Tirando o pó

E aí, pessoal?

Desde a Copa não postei mais nada aqui por estar resolvendo alguns problemas pessoais e também me debruçando no meu projeto de livros.

Vou falar rapidinho sobre a Copa do Mundo: eu só espero que vocês, brasileiros principalmente, não tenham sido tão imbecis de acreditar na contusão do Neymar – naquele jogo com a Colômbia, na segunda fase da competição. Lembro da mídia dizer que ele levaria alguns meses para se recuperar, mas nem levou 1/5 disso tudo para ele estar aí, firme e forte, pimpão metendo gol em amistosos.

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Dia do Orgulho Nerd

Não querendo ser chato, mas já sendo, estava dando uma lida nos jornais nesta manhã – como sempre eles chupando o saco do Santos Futebol Clube – até que deparei-me com o inevitável: notícias sobre o Dia do Orgulho Nerd. Então pensei: “Certeza que essa merda foi implementada há pouco tempo”, dei uma olhada na Wikipedia confirmação. Tá, se inspiraram em dias homenageando as obras do Douglas Adams e o Star Wars, mas Dia do Orgulho Nerd mesmo foi gerado há poucos anos. Se fosse favorável a mais esta mostra de que os tempos mudaram eu nem estaria encrencando com isso, claro. Vale mais a pena celebrar esta porcaria que choramingar, certo? Errado. O melhor é ficar de bico calado. Mas como eu não resisto, vamos lá fazer uma reflexãozinha porca.  Continuar lendo

Vale Tudo e Mitt Romney


Semana passada eu li uma matéria num destes maiores jornais do Brasil, um colunista ou algo assim falando sobre sua posição contrária a respeito do vale-tudo, esporte este que caracteriza-se pelo uso de socos, pontapés, joelhadas e afins sobre um ringue. Começou a tomar gás na segunda metade da década de 2000 e agora vem fazendo o maior sucesso no Brasil e no mundo. Como aqui reflete quase sempre alguns modismos lá de fora, não demorou muito para que até quem se desvencilhava disso acabar sendo tocado pelo tema. É a mesma coisa de ouvir involuntariamente aquela música-chiclete que tu odeias com todas as forças. Aqui no Brasil o que mais tem é isso. Pessoal faz questão de seguir um movimento perpetrado pela mídia, inclusive, que hoje em dia investe na maciça divulgação do vale-tudo (ou MMA, Mixed Martial Arts, dane-se). Está aí uma ótima oportunidade do brigão e revoltadinho sem causa ganhar uma grana no que mais gosta de fazer. Porque todos estes lutadores não tinham muito o que fazer em sua “vida normal” além de dar dor de cabeça para os outros. Claro que eu posso estar enganado ou acertar em parte. A super-exposição em cima do campeão Anderson Silva e de sua vida pavimenta a pecha de “tranqüilo e gente fina”. O ponto alto da carreira do “Spider”, como é conhecido lá fora, foi meter um pontapé bem dado nos cornos do Vitor Belfort, aquele casado com a ex-dançarina e agora evangélica (este artifício me parece uma válvula de escape após a carreira: estão ligados que tudo quanto é puta vira protestante?) Joana Prado. A antiga Feiticeira, lembra?

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